Porto Itapoá finaliza os cinco primeiros meses de 2020 com aumento de 11,3% nas movimentações

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Terminal completa 9 anos nesta terça, 16 de junho, mantendo o desempenho operacional e sendo vetor de crescimento econômico para a região.

O Porto Itapoá tem um duplo motivo de comemoração: o aniversário de 9 anos de operação, completados nesta terça-feira, 16 de junho, e o resultado do balanço dos cinco primeiros meses de 2020.  O Terminal registrou um aumento de 11,3% no volume de contêineres movimentados em relação ao mesmo período de 2019.

O destaque são as operações de importação e transbordo que tiveram crescimento de 7,4% e 53,6% respectivamente.

As exportações, que apresentavam números estáveis em relação a 2019, devem manter essa tendência, com uma possibilidade de crescimento para segmentos específicos, como reefer e setor madeireiro, que podem ganhar força em função do câmbio favorável.

Vale destacar que a superação dos números de 2019 é um grande desafio para o Porto Itapoá, bem como para todo o setor portuário brasileiro, seja pela reconfiguração do mercado devido à pandemia, seja em função da volatilidade dos mercados internacionais, notadamente atrelada ao impacto do dólar na precificação das transações comerciais.

Em 2019 o Porto Itapoá obteve um destaque especial, conquistando o patamar de terceiro maior terminal de contêineres do Brasil e o maior do Estado de Santa Catarina. A meta é superar o número de movimentações agora em 2020, visando manter essa colocação. Porém, o grande objetivo é contribuir o máximo possível para a retomada da produção industrial e da economia como um todo.

Nessa linha, um importante fator anunciado recentemente tende a elevar o valor agregado do Terminal junto aos seus clientes. No dia 30 de maio, a Marinha do Brasil ratificou os novos parâmetros operacionais para atracação de navios no Porto Itapoá que, a partir de agora, poderá receber embarcações de até 350 metros de comprimento.

O Porto Itapoá, localizado na Baía da Babitonga, já era um dos portos capazes de operar os grandes navios que atuavam na costa brasileira. Com essa oficialização por parte da Marinha do Brasil, a expectativa é que o mercado internacional de porta-contêineres inicie o envio dessas embarcações ao Brasil.

Porto Itapoá se notabiliza por receber os maiores navios em operação no mundo

Em junho de 2011, quando o Porto Itapoá iniciou suas operações, os maiores navios que chegavam ao Brasil eram os Super-Post-Panamax, com aproximadamente 300 metros de comprimento. Essas embarcações, desde então, contemplam Itapoá dentro de suas escalas prioritárias e, ano após ano, as dimensões dos navios com permissão para operarem no País vem sendo acrescidas.

Navios com dimensões acima de 330 metros já tem sido uma realidade no Porto Itapoá desde 2017 (https://www.youtube.com/watch?v=LuXYRZaziHo).

Confirmando essa marca conquistada pelo Terminal e, surgindo no horizonte a tendência para que embarcações de até 350 metros entrem em operação no País, a autorização Marinha do Brasil para manobras de navios com essas dimensões para a operação no Porto Itapoá foi muito bem recebida.

Fator importante para o sucesso do Terminal nesses poucos anos de operação certamente está relacionado a sua localização estratégica na Baía da Babitonga, considerada um dos grandes ativos portuários do País e um dos estuários que menos demanda investimentos públicos para a manutenção de suas condições de navegabilidade.

A Baía da Babitonga possui uma profundidade natural que, em algumas áreas do canal passam de 21 metros. Atualmente, está em andamento o projeto de adequação do canal de acesso, que prevê o aprofundamento de 14 para 16 metros e a atenuação do grau da referida curva, permitindo o acesso à Baía de forma mais ágil e segura.

Pelas características proporcionadas pela Baía da Babitonga, somadas a infraestrutura da empresa, o Porto Itapoá continua a ser um dos portos presentes na programação dos principais armadores e seus big vessels.

Itapoá Saneamento doa 25 mil sabonetes para o combate à pandemia de Covid-19

Produtos foram entregues com adesivo informativo sobre
higienização pessoal e uso consciente de água.

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Contribuindo com o controle da pandemia de Covid-19, a Itapoá Saneamento inicia nesta semana a doação de 25 mil sabonetes para a Prefeitura de Itapoá, com o objetivo de beneficiar espaços públicos e unidades de saúde em todo o município.

“Cada sabonete doado será acompanhado de um adesivo informativo para estimular a higienização pessoal e o consumo consciente de água. O saneamento é um fator essencial a saúde da comunidade, por isso devemos estimular o bom uso dos nossos recursos hídricos”, diz João Roberto Rocha Moraes, diretor operacional.

A ação integra os esforços da campanha “Cuidar da água é o nosso jeito de cuidar de você” (www.iguasa.com.br/juntos), que visa cooperar com o enfrentamento do coronavírus a partir da valorização da saúde.

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Ações sociais             

Além das doações de sabonetes, a concessionária  isentou as famílias de baixa renda inscritas no programa de tarifa social do pagamento da conta por 60 dias, em apoio às medidas adotadas pelo estado e aderiu ao movimento #nãodemita, preservando o emprego de diversas famílias que diariamente saem de casa e trabalham para garantir a segurança e o bem-estar dos nossos clientes.

Sobre a Itapoá Saneamento – Por meio de concessão plena com validade de 30 anos, a Itapoá Saneamento assumiu os serviços de tratamento e distribuição de água e esgotamento sanitário no município de Itapoá em outubro de 2012. A concessionária atende a 21 mil pessoas e atua para universalizar o acesso da população aos serviços de saneamento. É controlada pela EBS e, desde 2017, pela Iguá Saneamento, com o compromisso de sere a melhor empresa de saneamento para o Brasil.

 

A Itapoá Saneamento adota procedimento especial para emissão da conta de água em abril

Medida tem como objetivo reduzir riscos de contaminação de leituristas
e clientes durante pandemia da COVID-19.

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Atendendo às orientações das autoridades da saúde no controle à disseminação da COVID-19 e também para preservar o bem-estar dos clientes e colaboradores, a Itapoá Saneamento adotará, no mês de abril, procedimentos excepcionais para a medição do consumo de água e Itapoá. Será utilizada a média de consumo dos últimos seis meses ou, mediante escolha do cliente, a autoleitura. As medidas serão aplicadas a todos os imóveis com hidrômetros que não podem ser acessados das vias públicas.

“Normalmente o registro do consumo de água é feito por leituristas da concessionária. Em muitos casos, para que a medição seja realizada, é necessário que os funcionários entrem no terreno das residências e tenham contato direto com os moradores. Essa prática colocaria em risco a saúde dos profissionais e da população no atual cenário de pandemia, por isso adotamos um protocolo especial”, explica Julie Campbell, gerente operacional da Itapoá Saneamento.

Os procedimentos

A média de consumo é uma prática usual nas operações das empresas de saneamento, empregada ocasionalmente em algumas situações como a impossibilidade de acesso dos leituristas aos hidrômetros dos imóveis ou alteração/defeito no medidor que inviabilize o processo de leitura do consumo de água.

Os clientes podem ainda optar pela autoleitura. Para isso, devem tirar uma foto do hidrômetro do imóvel e enviar a imagem à empresa por meio do WhatsApp 17 99641-3259, solicitando a fatura. A foto deve ser nítida, apresentando os números pretos do visor limpo e sem reflexo. Os atendentes da concessionária irão avaliar os dados e enviar um retorno ao solicitante em um prazo de até 24 horas.

A Itapoá Saneamento conta com a colaboração e a compreensão dos clientes neste momento de restrições, confiante da normalização dos procedimentos de medição o mais rápido possível. A conta de água continuará sendo disponibilizada nas residências e pode ser acessada virtualmente no Digi Iguá, canal de serviços online da empresa (www.digiigua.com.br). A fatura também pode ser solicitada pelo telefone 0800 643-2750 pelo WhastApp 17 99641-3259 e webchat no site da Itapoá Saneamento.

Mais informações sobre como funciona o cálculo da média de consumo e sobre a autoleitura podem ser acessadas em www.iguasa.com.br/itapoasaneamento.

 

Sobre a Itapoá Saneamento – Por meio de concessão plena com validade de 30 anos, a Itapoá Saneamento assumiu os serviços de tratamento e distribuição de água e esgotamento sanitário no município de Itapoá em outubro de 2012. A concessionária atende a 21 mil pessoas e atua para universalizar o acesso da população aos serviços de saneamento. É controlada pela EBS e, desde 2017, pela Iguá Saneamento, companhia que está presente em 37 municípios brasileiros e que alcança 6 milhões de pessoas com o compromisso de ser a melhor empresa de saneamento para o Brasil.

 

Porto Itapoá mantém operações redobrando cuidados de prevenção contra o Covid-19

A atividade portuária é considerada essencial para o abastecimento de insumos para a área de saúde e outros setores da economia

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Integrando um setor essencial para o abastecimento nacional e internacional neste momento de crise causado pela pandemia por Covid-19, garantindo inclusive a segurança alimentar e de saúde da população, o Porto Itapoá vem redobrando esforços na prevenção ao combate ao coronavírus. Ações nesse sentido estão sendo adotadas desde janeiro deste ano e, nas últimas três semanas, as medidas foram intensificadas.

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Desde o dia 19 de março, mais de 90% do público administrativo do Porto Itapoá foi direcionado para trabalho remoto, a partir de suas residências, em regime de home office. Na operação, desde essa data todos os Colaboradores acima de 60 anos, e de grupos de risco acima de 50 anos, além de residentes em outros municípios, foram dispensados de suas atividades, sem comprometimento do salário. Sobre o não-desembarque das tripulações dos navios, a recomendação vem sendo acatada de forma integral pelos armadores que operam no Porto Itapoá.

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O Porto Itapoá passou pela fiscalização da ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária -, e todas as estruturas operacionais e administrativas avaliadas estão em conformidade, incluindo as ações de comunicação, conscientização e gestão. Destaque para o sistema de contingenciamento de equipes e recomendações para a suspensão de contatos físicos, bem como higienização e desinfecção de equipamentos compartilhados. Outras ações como o atendimento a caminhoneiros na via de acesso ao Terminal e a disposição de equipamentos de saúde e segurança, atendimento pré-Hospitalar para Caminhoneiros, Colaboradores, Prestadores de Serviços e servidores da Receita Federal e Ministério da Agricultura, também foram aprovadas pela fiscalização.

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O Porto Itapoá mantém um canal direto com a comunidade, autoridades, clientes e fornecedores para todas as dúvidas em relação a sua atuação na prevenção à pandemia do Covid-19 pelo telefone  +55 47 34438500 ou pelo email atendimento@portoitapoa.com.

Entre acordes e batucadas

Para um menino de apenas 12 anos de idade, Francisco Machado Pereira Costa Oliveira, de Itapoá (SC), detém um expressivo currículo musical.
Ele, que cresceu em meio aos instrumentos percussivos de seu pai, realiza aulas de violão na Escola de Música Tocando em Frente, participa da Orquestra Sua Majestade o Violão, é integrante da banda Djong’s Roots, foi um dos selecionados para estudar no Coree Music Institute e, recentemente, conquistou uma vaga na orquestra infanto-juvenil do Instituto.

Ana Beatriz Machado Pereira da Costa

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Francisco Machado Pereira Costa Oliveira tem apenas 12 anos e já é sucesso na música em Itapoá.

Francisco é filho de Patrícia Machado Pereira, pedagoga e psicopedagoga, e Francisco Eduardo Costa Oliveira, mais conhecido como Baiano, portuário e músico. Por influência de Patrícia, cresceu ao som de grandes artistas da Música Popular Brasileira, já de Baiano, ‘herdou’ o apreço pelo gênero musical reggae.
Desde muito cedo Francisco teve contato com instrumentos de seu pai, que é percussionista. Diferente da maioria das crianças, em muitos dos registros fotográficos de sua primeira infância, ao invés de estar cercado de brinquedos, está cercado de instrumentos percussivos, como bongô, atabaque e pandeiro. Seus pais ainda contam que, quando tinha cerca de 4 anos de idade, Francisco pegava um violão de brinquedo, tocava e cantava dizendo ser o “Mómemali” (Bob Marley).

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Desde pequeno, teve contato com instrumentos percussivos por influência de seu pai, que é percussionista.

Observando o interesse e a facilidade do pequeno Francisco com os instrumentos, Patrícia e Baiano fizeram o combinado de que ele começaria a fazer aulas de música quando estivesse alfabetizado, para que pudesse ler as notas musicais das partituras.
O primeiro instrumento a ser dominado por ele foi o bongô, que aprendeu de maneira autodidata, apenas observando seu pai durante as apresentações pelas noites itapoaenses. Aos 7 anos de idade, Francisco ganhou seu primeiro violão e apaixonou-se pelo instrumento. Aprendeu as primeiras dedilhadas sozinho, até que aos 9 anos ingressou no coral Sementes do Amanhã e nas aulas particulares de violão da Escola de Música Tocando em Frente, com o professor Helmuth Kirinus.

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Mais tarde, ingressou na Orquestra Sua Majestade o Violão,
idealizada pela Escola de Música Tocando em Frente.

O tempo passou e Francisco deu continuidade nas aulas particulares de violão, tendo conquistado uma vaga no teste seletivo da Orquestra Sua Majestade o Violão, uma orquestra de violonistas de Itapoá idealizada pela Escola de Música Tocando em Frente, que tem por objetivo a formação musical continuada e democratização de acesso à cultura. Com a Orquestra Sua Majestade o Violão, Francisco apresentou-se em eventos do município de Itapoá e outras cidades, como Joinville (SC) e Curitiba (PR).
A experiência de quatro anos como capoeirista na Associação de Capoeira Lenço de Seda, com o professor Primo Angola, também contribuiu para sua formação musical, uma vez que na capoeira aprendeu a dominar certos instrumentos, como atabaque, pandeiro e berimbau. Ainda, Francisco passou a fazer participações especiais nas apresentações da Djong’s Roots, banda de reggae, MPB, hip hop e samba rock, composta pelos músicos Diogo Silva, Baiano Roots (seu pai), Daniel Melo, Dérico Berté e Rodrigo. “Adoro tocar em público, como nas apresentações da orquestra ou com a Djong’s Roots, e gosto de assistir a outros músicos tocando, também”, diz Francisco.

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Com o primo João Alexandre, seu parceiro musical. À esquerda, Francisco e João na primeira apresentação da Saint Groove, e à direita, durante uma apresentação da orquestra de violões.

No início de 2019, foi um dos oito itapoaenses aprovados para integrar o Coree Music Institute (Instituto Core de Música), de Joinville (SC), que atua na formação de jovens talentos para o desenvolvimento de orquestras de excelência. No Instituto, Francisco é bolsista e estuda percussão erudita, tendo acesso a diferentes instrumentos, como tímpano, bumbo, xilofone, vibrafone, marimba, prato, entre outros.
Conforme Helmuth Kirinus, professor de violão na Escola de Música Tocando em Frente, o jovem vem aprimorando cada vez mais suas habilidades na música. Em suas palavras: “O Francisco, além de uma musicalidade que desenvolveu na base familiar, tem uma história com os outros fundamentos da música, como a leitura rítmica e melódica que teve início no coral Sementes do Amanhã, e deu continuidade nas aulas particulares de violão. Acredito que esse conjunto fez com que ele conquistasse uma vaga no teste seletivo da Orquestra Sua Majestade o Violão e no Instituto Core, onde segue desenvolvendo seu aprimoramento. Ele também é muito criativo e assimila facilmente as sugestões técnicas do instrumento, no caso do violão”.

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O papel da família
Além das aulas de violão e de percussão, na vida pessoal, Francisco adora tocar música ao lado de seus primos, que também seguem no caminho da música. “Meu primo Ícaro toca violão e é compositor, meu primo Thomas compõe versos e tem um grupo de rap, e meu primo João Alexandre toca violão e participa também da Orquestra Sua Majestade o Violão. Por isso, os encontros em família são sempre divertidos e musicais”, conta Francisco. Junto do primo João Alexandre, com quem compartilha afinidades musicais, criou o projeto instrumental “Saint Groove” – em que os dois primos tocam no violão músicas de reggae, MPB, rock, blues e samba. “A Saint Groove começou com uma brincadeira entre primos, nos encontros em família. Mas realizamos nossa primeira apresentação e as pessoas gostaram bastante”, diz.
Para um garoto de apenas 12 anos de idade, em fase de descobertas, transições e formação de caráter, é normal que Francisco seja eclético e tenha lá suas fases. Ele, que já gostou muito ora de reggae, ora de MPB, ora de rock, ora de funk, ora de samba, gosta também de música eletrônica e sonha em, um dia, poder manusear um toca-discos e um mixer como um DJ. Mas afirma: “Gosto de todo tipo de música. Vou do samba de Benito di Paula à música eletrônica de Alok em um minuto”.

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Em 2019, Francisco foi um dos selecionados para participar do Coree Music Institute, onde faz aulas de percussão erudita. Na imagem ao meio, Francisco ao lado do professor Bruno.

Em qualquer projeto na infância e adolescência, o apoio da família é fundamental. Conforme sua mãe, Patrícia, que é também educadora: “O papel dos familiares neste processo é ficar atento às habilidades e aptidões de cada criança. Algumas têm habilidades para os esportes, outras para as artes, outras para a escrita, outras para as exatas, outras para a música, e por aí vai. Quando observamos que o que Francisco gosta e sabe fazer é música, nós o apoiamos, o estimulamos e o incentivamos o máximo possível para este caminho. É normal que nessa idade os jovens não tenham o comprometimento, a maturidade e o interesse que almejamos o tempo todo, por isso o estímulo da família é tão importante”.

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Francisco também realiza participações ‘pra lá’ de especiais nas apresentações da banda Djong’s Roots, que tem como um dos músicos seu pai, Baiano Roots.

Já para o pai, Baiano, ver o filho seguindo seus passos na música é sinônimo de orgulho e emoção: “Muitos pais têm esse desejo de que os filhos se pareçam com eles, sigam seus passos na profissão, nas atividades ou na vida, mas com o Francisco foi algo natural. Acredito mesmo que ele, assim como eu, tem o dom da música, com ouvido apurado, facilidade em manusear os instrumentos e principalmente amor pela música. Mas sempre ensinamos a ele, que a vocação é importante, mas o estudo, também. Somente assim ele será um músico de sucesso, como seus ídolos”, comenta.
Dentro de casa, Francisco – que hoje toca violão, atabaque, pandeiro, cobel, meia-lua, bongô, cajón, ukulelê, entre outros tantos instrumentos – já tem seu primeiro fã-clube: seu pai Baiano, sua mãe Patrícia e sua irmã Ana Beatriz (quem vos escreve). Nas palavras do menino de 12 anos, “sou apaixonado pela música e gostaria de deixar um agradecimento aos meus professores, Mutti, da Orquestra Sua Majestade o Violão, e Bruno, do Coree Music Institute, por me ensinarem e fazerem parte da minha formação enquanto músico”.
Recentemente, ao final de 2019, o jovem participou de um processo seletivo para ingressar na orquestra infanto-juvenil do Coree Music Institute, sendo aprovado como o mais novo integrante da orquestra do grupo de percussão erudita. Se Francisco seguir por estes acordes e estas batucadas, ainda ouviremos muito o seu nome nos palcos da vida. Mas ainda que siga outra profissão, a música já cumpre seu papel, como formadora de cidadão, de caráter, personalidade e de valores.

Está nas mãos, nas telas e nos celulares. Revista mensal, com conteúdo próprio e distribuição gratuita