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Revista mensal, com conteúdo próprio, entregue em expositor próprio nas cidades de Itapoá -SC e Guaratuba - PR.

Fotografia como ferramenta de cura

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“Uma fotografia mais visceral que cerebral, intuitiva, menos racional e de alma feminina” – assim a fotógrafa e instrutora de Yoga Claudia Baartsch Stephan (39), mais conhecida por Dashmesh Kaur (nome espiritual que recebeu no Yoga), define seu trabalho. Para ela, a fotografia, assim como o Yoga e a meditação, é uma ferramenta de cura, amor-próprio e empoderamento.

Ana Beatriz Machado Pereira da Costa

Nascida e criada em Joinville (SC), Dashmesh viveu em Curitiba (PR), onde cursou Biologia e, em 2003, viveu um intercâmbio na Inglaterra, a fim de estudar inglês. Ela lembra que sempre foi apaixonada pela fotografia como hobby, e encontrou nesta arte a sua forma de expressar-se no mundo.
Logo aos 13 anos de idade interessou-se pela máquina Olimpus 35, de seu pai, e participou de um concurso fotográfico em Joinville, no qual foi ganhadora. Depois disso, seu pai lhe presenteou com uma câmera Canon analógica com lentes intercambiáveis. “Comecei a pedir filmes fotográficos de presente e depois a revelação, pois na época era caro. Eu fotografava e anotava cada foto, a abertura, a velocidade, asa, e depois comparava nas imagens, vendo o que tinha feito”, lembra. Em 2007, cursou Fotografia no Centro Europeu de Curitiba, onde teve contato com todas as áreas de fotografia e profissionais renomados.
No ano de 2005, em sua primeira formação em Kundalini Yoga, Claudia recebeu o nome Dashmesh Kaur, cujo significado é “princesa que vive com os valores e as virtudes de um guerreiro”. Ela conta: “Me identifiquei muito com este nome e o uso desde então”.
O tornar-se fotógrafa profissional (aquele que vive disso) aconteceu de maneira inesperada. “Trabalhava como bióloga e instrutora de Kundalini Yoga até então e, em 2010, de volta a Joinville e sem emprego, me indicaram uma vaga de um mês no jornal Notícias do Dia, para cobrir as férias de um fotógrafo – já que viram minhas fotos no Flickr e gostaram delas. Consegui e aceitei a vaga, uma vez que um de meus grandes sonhos na adolescência era ser fotojornalista. Ao final da experiência, tive duas propostas de emprego e passei a trabalhar como fotojornalista no Jornal A Notícia. Foi minha grande escola. Era uma correria, mas amava o que fazia”, recorda.
Três anos depois, grata por todo o conhecimento adquirido, decidiu seguir por outros caminhos, dedicando-se aos trabalhos autorais, ensaios e às aulas de Yoga.
Ares itapoaenses
Dashmesh frequenta as praias itapoaenses desde que nasceu, já que seu avô tinha casa na Barra do Saí. “Itapoá sempre foi minha segunda casa. Vínhamos para cá durante as férias escolares e aos finais de semana. Tempos depois, meus pais construíram uma casa, também na Barra, onde residem até hoje”, fala.
Em novembro de 2015, seu esposo, Luiz Henrique Stephan Filho, foi aprovado no concurso público para ministrar aulas de inglês no município – a oportunidade perfeita para que o casal se mudasse para o litoral em janeiro de 2016.
“Morar na praia, perto de meus pais e ainda em um lugar tão íntimo para mim, foi a realização de um sonho. Aqui em Itapoá, eu e meu esposo nos tornamos pais e vivemos a rotina que sempre planejamos para criar uma criança: com ar puro, tranquilidade e mais tempo para estar com a família”, fala Dashmesh, “sentimos que fomos acolhidos com muito amor na cidade e, hoje, temos orgulho ao falar que temos uma filha itapoaense”.

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Fotografia como cura
“Um exercício de presença, paciência, amor e conexão. É a maneira que uso para me expressar no mundo, servir, enxergar e encarar a vida” – é assim que Dashmesh define a fotografia.
Para a profissional, mais importante que a estética – onde a sociedade impõe os padrões de beleza –, é capturar a luz interior das pessoas. “Sou muito grata a essa profissão, essa medicina da Luz, que me permite contar histórias sobre o tempo que passa tão depressa e, se usada de maneira terapêutica, alcança resultados lindos na vida de uma pessoa”, diz.
Dashmesh acredita fortemente no poder da fotografia como uma ferramenta de cura, onde a mulher se observa linda, plena e imperfeitamente perfeita, como realmente é.
A fotografia é composta de fases: sempre que o artista evolui, estuda, muda e se expressa de forma diferente, em consequência, novas possibilidades surgem e sua obra também muda. Hoje, Dashmesh leva a fotografia junto de seu percurso de autoconhecimento – “ela é uma parte de mim”, diz. Ainda que em constante mudança, a fotógrafa vem se identificando muito com ensaios do Sagrado Feminino e fotografia artística.

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Alma feminina
Sua missão é capturar a luz interior da mulher, registrá-la livre, sem preconceitos e vergonha, e mostrar toda a sua força. Ela explica que isso envolve a mulher em suas inúmeras fases: a menina, a mulher gestando, a mulher mãe recém-nascida com seu filho, a mulher madura e a anciã. Para tanto, estar em sintonia com a fotografada é fundamental, bem como sua entrega e confiança na profissional.
“Através do olhar de outra mulher, a fotografada pode enxergar o que ela muitas vezes esconde ou a própria sociedade pede para que esconda. Minha missão é que ela se permita ser, tenha a coragem de ser ela mesma, tenha esse encontro com a alma, com seu eu, com seu poder nato”, diz. Nas palavras de Dashmesh, “toda mulher tem a potencialidade de ser plena, consciente, intuitiva, forte, segura, corajosa e tranquila – só que muitas vezes todas essas qualidades acabam sendo ofuscadas”. Para ela, a fotografia, assim como o Yoga e a meditação, é uma ferramenta de cura, amor-próprio e empoderamento, que ajuda para o alcance dessas qualidades.
Fotografar mulheres é, para ela, uma grande responsabilidade, já que não acessa apenas a imagem da mulher, mas, também, toda a sua história, o momento em que vive, com muita entrega e confiança.
Além de ensaios de alma feminina, Dashmesh Kaur também fotografa famílias, eventos e vivências, produz imagem com câmeras analógicas e oferece impressões em Fine Art – processo de impressão dentro dos critérios que garantem preservação, fidelidade e permanência da imagem.
Na prática, a profissional procura sempre respeitar a experiência de cada pessoa, e pede licença antes de iniciar um trabalho, principalmente em vivências, pois de alguma maneira está vivenciando as emoções de cada pessoa e sendo confiada a realizar este trabalho. “Seja em vivências, famílias ou mulheres, sempre aprendo muito com quem fotografo. Sou uma eterna aprendiz, aberta a novos conhecimentos e experiências”, conclui.

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Maternidade
Para ampliar seu repertório visual, gosta de viajar, ler, estudar e fazer cursos. Sua principal fonte de inspiração é a biodiversidade, as florestas e as águas do mar, que acalmam, centram e inspiram. “Meditação e Yoga também são grandes aliados, pois quando estamos calmos e relaxados, nossa mente é naturalmente mais criativa”, comenta.
Contudo, a experiência mais transformadora de sua vida foi a maternidade. Há dois anos e meio Dashmesh tornou-se mãe da pequena Flora, a maternidade mudou completamente sua vida e, consequentemente, seu olhar para o mundo e sua forma de trabalhar. Ela conta: “Hoje, sou mãe full time e não tenho mais tanto tempo livre para produzir. E está tudo bem, pois foi nossa escolha e sou grata a essa oportunidade. Flora é minha maior inspiração, minha pequena-grande mestra, para ser sempre alguém melhor”.
Quando se tornou mãe, passou a olhar com mais carinho e atenção para as mulheres – especialmente às mães e futuras mamães. “Ser mãe é muito desafiador e ter uma rede de apoio, amigas próximas e um tempo para si é muito importante. Dou muito valor a um trabalho realizado por uma mulher mãe, pois sei o quanto ela se desdobra para conseguir organizar a sua agenda infindável de tarefas para realizar seu trabalho”, diz Dashmesh.

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Missão
Aos poucos, conforme Flora cresce e ganha independência, a Dashmesh fotógrafa, instrutora de Yoga, bióloga e estudante de Pedagogia (sua segunda graduação) volta a atuar. “Amo o que faço. Realizando meu trabalho como fotógrafa e no caminho do Yoga, sinto estar cumprindo meu papel, minha missão. É como um chamado de dentro, da alma. Neste processo, tenho conhecido pessoas lindas e feito muitas amizades, e isso é muito gratificante. Humildemente, agradeço toda a confiança em meu trabalho e minha pessoa”, fala.
Não é à toa que o trabalho de Dashmesh Kaur tem como uma de suas principais características a sobreposição de imagens: ela acredita que todos os seres estão interligados, e que todas as mulheres são várias em suas várias fases em uma – e a sobreposição traz essa sensação, da vastidão de seres e elementos que somos todos.
Com gratidão e coração aberto, a fotógrafa contribui para o desenvolvimento do município de Itapoá, o qual considera de energia potente, rico em preservação e biodiversidade. Através da fotografia, Dashmesh Kaur, a Claudia, mãe da Flora, aflora, cura e inspira.

Rede Feminina de Combate ao Câncer chega a Itapoá

Presente em 63 municípios do estado de Santa Catarina, a Rede Feminina de Combate ao Câncer tem como intuito proteger a mulher, prevenir o câncer de colo de útero e de mama. Recentemente, a Rede chegou ao município de Itapoá (SC), e promete realizar ações, encontros e palestras de conscientização para grupos de mulheres e para toda a população itapoaense.

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Ana Beatriz Machado Pereira da Costa

A Rede Feminina de Combate ao Câncer chegou ao município de Itapoá por intermédio de Solismar Antônio Potulski, proprietário da loja Manu Beauty, de Itapoá. Certa vez, em sua loja, Solismar recebeu a visita de uma cliente diagnosticada com câncer de mama que, em conversa, comentou das dificuldades e da falta de apoio para o tratamento no município. “Como eu havia morado em Joinville (SC) e São Francisco do Sul (SC), já conhecia o trabalho da Rede Feminina de Combate ao Câncer, que atuava nestas cidades. Sempre tive carinho e respeito pelo trabalho que a Rede realiza, pois vai além da orientação das doenças, incentiva os exames preventivos e orienta toda a comunidade”, conta Solismar, que pensou consigo: ‘por que não fundar uma Rede Feminina em Itapoá?’.
Em contato com a presidente do estado de Santa Catarina, Sônia Rieg Fischer, Solismar, junto de um grupo de mulheres que vivem em Itapoá, buscou informação, orientação e apoio para fundar a Rede na cidade. Sendo assim, em agosto de 2019, a diretoria foi apresentada aos munícipes e a Rede Feminina de Combate ao Câncer foi, finalmente, implantada em Itapoá.

 

A Rede
A Rede Feminina de Combate ao Câncer de Santa Catarina, foi criada em 6 de maio de 1961, na capital catarinense, Florianópolis (SC). Inicialmente, as voluntárias atendiam as mulheres acometidas de câncer nos hospitais. Após 12 anos de existência na capital, foi criada a primeira Rede no interior do estado, na cidade de Blumenau (SC).
Com a demanda apresentada, outras Redes foram sendo criadas, sempre fiéis ao propósito de proteger a mulher, orientando-a no sentido de prevenir o câncer. O alerta à prevenção do câncer de colo de útero e de mama é feito através de palestras, ações, projetos e eventos de conscientização para grupos de mulheres e população em geral.
No estado de Santa Catarina, atualmente, 63 municípios contam com as Redes Femininas. As mulheres são atendidas por voluntárias, atuando principalmente na prevenção do câncer de mama, com encaminhamento para mamografia e colo uterino com coleta do exame preventivo (Papanicolau). Proporcionam às usuárias terapias complementares ao tratamento e qualidade de vida, principalmente às mulheres mastectomizadas, e realizam palestras e ações educativas de conscientização, quanto à importância da prevenção e o diagnóstico precoce do câncer.

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A missão
Natural de Tramandaí (RS), Ameris Hablich é cabeleireira aposentada e mudou-se para Itapoá em 2017, por influência de sua irmã, que tem casa no município há vinte anos. “Quando conheci Itapoá, me apaixonei e mentalizei ‘um dia ainda vou morar aqui’, e anos depois isso aconteceu”, conta.
Ainda no Rio Grande de Sul, ficou viúva, entrou em depressão e acabou conhecendo a pintura. “Comecei a pintar aos 50 anos de idade, para preencher o vazio, e descobri um grande talento e uma grande paixão”, fala. Tempos depois, entrou para o Clube de Mães, onde atuava como voluntariada, ministrando aulas de pintura e ajudando outras mulheres a encontrar na arte a cura para atravessar momentos difíceis.
Em Itapoá, Ameris fez amizade com Solismar e foi convidada a compor a diretoria da Rede Feminina. “Já que me encontrava aposentada, tinha tempo hábil e gostava de voluntariado, Solismar sugeriu que eu fosse presidente da Rede de Itapoá. Agradeci o convite, mas acabei o recusando, pois não queria ter uma responsabilidade àquela altura”, recorda.
Certa vez, Ameris teve de acompanhar Solismar em uma convenção da Rede Feminina de Combate ao Câncer em Florianópolis. O evento, que reuniu cerca de 300 mulheres de todo o estado, contou com palestrantes estudiosas da área e relatos inspiradores. Ameris lembra: “Me senti tocada neste evento. Lembro-me que voltei para casa maravilhada com o trabalho da Rede e a importância de cada uma daquelas voluntárias na vida das mulheres diagnosticadas com câncer”.
Pensando na possibilidade de ajudar e mudar a vida de pessoas, Ameris aceitou, então, o convite e, através de votação, foi eleita presidente da Rede Feminina de Itapoá, assumindo a função em fevereiro de 2020.
“Quando cheguei a Itapoá, já aposentada, pensei que fosse sossegar e desapegar de qualquer trabalho remunerado ou voluntário. Hoje, vejo que os caminhos não me trouxeram aqui por acaso. Assumo a Rede Feminina de Combate ao Câncer como uma missão e um propósito que tenho com o município”, afirma a voluntária, que planeja promover o tema pela cidade organizando encontros, palestras, atendimentos e atuando em parceria com As Amorosas de Itapoá – grupo de voluntárias que confecciona almofadas em formato de coração, que ajudam a minimizar as dores e oferecem apoio no tratamento contra o câncer.

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Homens também podem abraçar a causa
Nas palavras de Solismar, “você não precisa ter câncer de mama ou no colo do útero ou ter algum diagnosticado na família para lutar por esta causa, pois quando amamos verdadeiramente o próximo devemos estar sempre à disposição para fazer o bem”.
Segundo Ameris, por ser homem e idealizador da Rede em Itapoá, Solismar é muito respeitado pela diretoria do estado de Santa Catarina. Graças ao seu ativismo e sua iniciativa, a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Itapoá tornou-se a primeira do estado a ter homens no conselho fiscal e voluntariado.
“Acredito ser muito importante a presença de homens neste projeto. Primeiro, porque o câncer não é exclusividade da mulher e, segundo, porque é imprescindível que, nós, homens, possamos esclarecer nossas dúvidas, para servirmos de apoio em nossos lares, nossas famílias ou até mesmo na comunidade”, explica Solismar.

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Faça parte
Ao público itapoaense, Ameris explica que a Rede de Itapoá é como todas as outras já espalhadas pelo estado: uma instituição regulamentada sem fins lucrativos, que atua com credibilidade, transparência e como uma rede de apoio a mulheres, onde sintam-se amadas, acolhidas, informadas, tratadas e protegidas. Para um atendimento de qualidade, a Rede de Itapoá está em busca de uma sede própria – assim como tem a grande maioria das Redes do estado – para contar com o atendimento de enfermeiras, médicos, terapeutas, palestrantes, etc.
Atualmente, a Rede conta com dez pessoas voluntárias, que vêm estruturando os projetos e as atividades desempenhadas no decorrer do ano. “Procuramos pessoas que queiram apoiar a causa do câncer de mama e no útero, seja através de: divulgação; doações de perucas, próteses ou turbantes; da participação de bazares e brechós que serão realizados para arrecadar fundos; de profissionais artesãos que queiram ministrar aulas voluntárias de pintura, crochê e outras artes, como geração de renda para pacientes diagnosticadas; além de profissionais como ginecologista, psicóloga, enfermeira, advogada, nutricionista e fisioterapeuta, que possam prestar atendimento ou palestras educativas e informativas”, explica a presidente.
Para tornar-se voluntário (a) na Rede Feminina de Combate ao Câncer de Itapoá, basta entrar em contato com Ameris através do número (51) 99942-0735 e, posteriormente, preencher uma ficha de cadastro. Mas vale ressaltar: a pessoa voluntária terá de passar por um tempo de experiência e assumir algumas responsabilidades com a Rede.
Segundo Ameris Hablich, é gratificante poder fazer algo pela cidade, pelos pacientes e suas respectivas famílias, “porque muitas vezes as famílias sofrem tanto quanto ou até mais que a própria diagnosticada”, lembra. Agora, com a chegada da Rede Feminina de Combate ao Câncer em Itapoá, muitas mulheres serão acolhidas, abraçadas e confortadas, e muitas histórias serão ouvidas, contadas e servirão de inspiração.

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Projeto Urbanístico Riviera Santa Maria começa a sair do papel em Itapoá

Após nove anos de espera, uma das propostas de projeto urbanístico mais modernas planejada para o município de Itapoá, que valoriza a relação entre pessoas e o meio ambiente, começa a sair do papel. No último dia 27 de fevereiro, o Instituto do Meio Ambiente (IMA) de Santa Catarina concedeu duas licenças importantes à IGG Administração e Comercialização de Bens Móveis e Imóveis Ltda. (ACBMIL), empresa proprietária da área onde será implantado o Projeto Riviera Santa Maria.

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São elas a Licença Ambiental de Implantação (LAI) e a Autorização de Corte (AuC), as quais dão a largada para o desengavetamento do projeto. Conforme a IGG ACBMIL, ainda restam decisões importantes para serem tomadas a fim de permitir o início das obras, como o registro do loteamento. Somente após isso é que os trabalhos no local de fato começarão.

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Desenvolvido pelo renomado urbanista Jaime Lerner, o Riviera Santa Maria tem o propósito de gerar uma nova identidade para o município de Itapoá, proporcionando a integração de moradia, praia, esporte, natureza e cultura em um espaço democrático, ecologicamente adequado e com qualidade urbana. Além das moradias, haverá espaços para creches, postos de saúde, escolas, dois lagos e áreas verdes.

Um dos pontos altos do projeto é a parte frontal do empreendimento, denominada por Jaime Lerner de Praia de Bambu. Neste espaço de uso público, serão alocadas lojas, restaurantes e áreas de descanso e lazer. Está prevista também a construção de uma alameda para pedestres que permitirá a conexão entre os estabelecimentos. Além disso, as construções e o passeio terão cobertura de bambu, em formatos diversos, dando uma característica muito peculiar ao empreendimento.

Durante todo o processo de análise do projeto, parceiros importantes da IGG ACBMIL contribuíram para a aprovação do projeto, entre eles, o escritório Jaime Lerner Arquitetos Associados (JLAA), responsável pelo Masterplan; Acquaplan Tecnologia e Consultoria Ambiental, encarregada pela redação do Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA); Vector GEO 4D, responsável pelos projetos básicos de infraestrutura; IOCH Engenharia Simultânea, que fez o projeto elétrico; SC Engenharia de Meio Ambiente, encarregada pelos estudos geológicos; e Brümmer Advocacia, que ofereceu aconselhamento jurídico.

O trabalho do grupo desenvolvedor, composto pelas empresas: PHD Administração e Comercialização de Bens Móveis e Imóveis Ltda., Rio Negro Consultores Associados S/C Ltda, A2V Participações e Consultoria Ltda e Efing & Rocha Advogados Associados foram decisivos para a obtenção das licenças. Com a obtenção das licenças e a necessária segurança jurídica será constituída a empresa IGG Sociedade Anônima composta pelos membros da IGG ACBMIL e o grupo desenvolvedor, o qual será responsável pela implantação do projeto Riviera Santa Maria.

O empreendimento Riviera Santa Maria também conta com o apoio da Secretaria de Municipal de Planejamento da Prefeitura de Itapoá e da Câmara de Vereadores, que consideram o projeto inclusivo, inovador, transformador e ambientalmente responsável.

1º Blessing de Itapoá encerra a temporada de verão

Os moradores e visitantes do município de Itapoá, no Litoral Norte do Estado, terão a oportunidade de curtir a primeira edição do Blessing Itapoá, no próximo sábado (dia 29), no encerramento da temporada de Verão 2019/2020, que reunirá, no mesmo palco, os cantores Fernandinho e Isadora Pompeo e a banda Rosa de Saron a partir das 19h, na Avenida Beira Mar 3. Todos os shows são gratuitos.

O Blessing Itapoá é uma forma de agradecimento da Prefeitura Municipal pelas conquistas alcançadas durante a temporada, que foi considerada extremamente exitosa e contou com a realização de eventos marcantes como a terceira edição do Programa Um Toque de Natal, o projeto Itapoá Mais Verão, a Festa de Réveillon e o Carnaval Cultural de Itapoá.
AS ATRAÇÕES MUSICAIS

Fernandinho

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Com mais de 20 anos de carreira, o sergipano Fernando Jerônimo dos Santos Júnior, mais conhecido como Fernandinho, é uma das atrações do Blessing. Ele tem vários álbuns gravados e músicas de sucessos, como Uma Nova História, canção lançada há mais de uma década e ainda hoje figura entre as mais tocadas do artista.

Isadora Pompeo

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Outra atração confirmada no evento é a cantora gaúcha Isadora Pompeo, fenômeno da internet com mais de 2,86 milhões de inscritos no Youtube. Alguns dos clipes lançados pela artista repercutem em grande escala e totalizam mais de 10 milhões de visualizações, como é o caso da canção Como Nunca Antes, lançada em 2018. Isadora também está presente nas redes sociais e ganhou milhares de seguidores desde que decidiu se dedicar às músicas cristãs.

Rosa de Saron

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Para completar o show de encerramento da temporada de verão, a banda paulista Rosa de Saron, precursora do white metal católico no Brasil na década de 1980, se juntará aos cantores Fernandinho e Isadora Pompeo no palco da Avenida Beira Mar III. A banda surgiu em 1988, no movimento de renovação carismática católica, em Campinas (SP), e atualmente é formada por Bruno Faglioni (vocal), Eduardo Faro (guitarra), Rogério Feltrin (baixo) e Wellington Greve (bateria).

Orsegups realiza entrega de alimentos à Mãos do Bem

Na última terça (18), a Orsegups realizou a entrega de 20 Kg de alimentos à associação Mãos do Bem, entidade localizada em Itapoá.
A ação foi uma iniciativa conjunta dos times comercial e de operações da empresa, que, em palestra na região, angariaram doações para a associação.
A Mãos do Bem é um grupo de amigos que, desde 2011, ajuda e auxilia famílias em estado de vulnerabilidade social por meio da doação de cestas básicas, fraldas e roupas.
Atualmente, a associação – sem fins lucrativos – apoia 20 famílias carentes e, aproximadamente, 70 crianças em fase de formação, todos em Itapoá, SC.
A Orsegups acredita que ações como essa contribuem, e são fundamentais, para o fomento de uma sociedade mais justa e um País menos desigual.

Quer saber mais sobre as ações da empresa em nossa região? Acesse a página do facebook Orsegups Litoral Norte.

 

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Dany Roger Perrony, supervisor administrativo da Orsegups e a Srª Magda, representante da Mãos do Bem.