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Revista mensal, com conteúdo próprio, entregue em expositor próprio nas cidades de Itapoá -SC e Guaratuba - PR.

Porto Itapoá já é o maior porto de Santa Catarina e o terceiro maior do Brasil em movimentação de contêineres

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Resultados publicados pela ANTAQ – Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Fonte: http://web.antaq.gov.br/Anuario/), traz o Porto Itapoá na primeira posição entre os portos movimentadores de contêineres do Estado de Santa Catarina. No Brasil, o Terminal ocupa a terceira posição.

Segundo os dados da ANTAQ, o incremento em Itapoá foi o maior entre os seis maiores portos brasileiros, de 15,92%, com 735 mil TEUS movimentados em 2019 – dados preliminares divulgados pelo porto em janeiro apontavam crescimento de 14%.

Desde o segundo semestre do ano passado, o Terminal apresentava uma retomada no crescimento do volume, especialmente com cargas de importações e transbordo. Em outubro já figurava na terceira posição e nos meses subsequentes manteve o resultado.

Em 8 anos de operação o Porto Itapoá desenvolveu uma estratégia de diferenciação frente aos demais portos brasileiros, explorando as condições favoráveis da Baía da Babitonga na operação de grandes navios, somadas a um engajamento de suas equipes na busca incessante pela excelência operacional.

Outro fator sempre foi o cuidado constante com o atendimento personalizado ao Cliente, visando sua satisfação através da agilidade e resolutividade das demandas trazidas por eles. Inclusive, este fator levou o Porto Itapoá a ser reconhecido pelo terceiro ano consecutivo como “Destaque Setorial em Atendimento ao Cliente”, através de pesquisa realizada pelo IBRC – Instituto Ibero-Brasileiro de Relacionamento com o Cliente.

O Presidente do Porto Itapoá, Cássio Schreiner, enfatiza que os números de 2019 precisam ser comemorados como o resultado do trabalho intenso e profissional desenvolvido em Itapoá. “O Porto Itapoá nasceu do zero. Em um município que nos abraçou desde o princípio de nossas atividades mas, que nunca havia experimentado a vocação portuária. Foi necessário investir em infraestrutura, formar pessoas, estabelecer cultura logística e empreendedora. Com todos esses desafios, é extremamente gratificante ver esse resultado e saber que todo o esforço empenhado levou o Porto Itapoá a ser o maior porto de Santa Catarina na movimentação de contêineres, e terceiro maior do Brasil, em apenas oito anos.”

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Complexo Portuário da Baía da Babitonga representa quase 60% das cargas movimentadas em Santa Catarina em tonelagem bruta

 Outro dado interessante revelado pela publicação da ANTAQ foi o volume movimentado pelos portos em tonelagem, incluindo aqui todas as cargas que passam pelos terminais portuários, como grãos, combustíveis, minério, ferro, fertilizantes, veículos, contêineres e carga geral. Em Santa Catarina, o Complexo Portuário da Baía da Babitonga, que incluem os terminais portuários de Itapoá e São Francisco do Sul, representaram 59,3% de toda a carga movimentada pelos portos no Estado. Ao todo Santa Catarina movimentou quase 47 milhões de toneladas. Desse montante os portos da Babitonga movimentaram quase 28 milhões de toneladas.

De rolê por Londres, Paris e Roma

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Viajar sempre foi um dos verbos favoritos de Paula Eduarda Flores Bucci e Marcos Vinícius Bucci, de Itapoá (SC). Recentemente, o casal realizou o sonho da sua primeira viagem internacional: 24 dias de viagem, passando por três destinos cobiçados da Europa.

Ana Beatriz Machado Pereira da Costa

Juntos há cinco anos, Paula e Marcos Vinícius sempre gostaram de ‘colocar o pé na estrada’. Eles contam que adoram visitar as praias do estado de Santa Catarina, como Guarda do Embaú, Florianópolis e Bombinhas, e explorar destinos paradisíacos do território nacional, como Jericoacoara e Fortaleza, no Ceará, e Natal, no Rio Grande do Norte.

Realizar uma viagem internacional era um antigo desejo do casal, que fora encorajado por familiares de Marcos Vinícius, que vivem em Londres, capital da Inglaterra e do Reino Unido. “Há cerca de dois anos estes familiares vieram ao Brasil e nos incentivaram muito. Tiramos algumas dúvidas, nos empolgamos e, então, foi plantada a sementinha”, recorda Paula.
Além de Londres, eles também sonhavam em conhecer Roma, na Itália, e Paris, na França. Então, uma prima de Marcos Vinícius que conhecia cada um destes destinos, auxiliou o casal no roteiro.
Foram quatro meses de ansiedade, pesquisas e planejamento para o que seria a primeira viagem internacional de Paula e Marcos Vinícius: 24 dias passando por três países da Europa.
Os destinos
O casal embarcou em setembro de 2019, deixando o Brasil com destino a Londres, na Inglaterra, onde passaram duas semanas hospedados na casa de uma familiar. Em seguida, partiram para Roma, onde conheceram as maravilhas da Itália em três dias. Retornaram a Londres, e depois passaram dois dias em Paris, na França. Por fim, Paula e Marcos Vinícius voltaram a Londres, onde permaneceram até o fim da viagem, em outubro de 2019.


Com 2,8 milhões de habitantes, Roma é a capital da Itália e também a maior cidade italiana. Com uma das melhores “marcas” da Europa, tanto em reputação quanto em patrimônio, o seu centro histórico é classificado pela UNESCO como Patrimônio Mundial. Lá, Paula e Marcos Vinícius conheceram lugares inesquecíveis, como: o Vaticano – atual sede mundial da Igreja Católica, onde reside o Papa e a Santa Sé; o Coliseu – maior e mais famoso símbolo do Império Romano, construído em 72 d.C., quando atuava como um enorme anfiteatro reservado para combates entre gladiadores; e a Fonte de Trevi, a maior e mais ambiciosa construção de fontes barrocas da Itália. “O legal de Roma é que a cidade tem monumentos, museus e fontes por todo o canto, em algumas fontes as pessoas até podem pegar água para beber. Além de lindo, é um lugar muito rico em história, foi uma super experiência”, contam.


Já em Paris, conheceram a famosa Torre Eiffel, uma torre treliça de ferro do século XIX localizada no Champ de Mars, a qual se tornou um ícone mundial da França e o monumento pago mais visitado do mundo. “A torre é incrível. É possível subir ao seu topo e ver Paris inteira lá de cima”, conta Paula. Ainda em viagem pela capital da França, visitaram o Museu do Louvre – maior museu de arte do mundo, o Arco do Triunfo e outras paradas obrigatórias na cidade de Paris. “Assim como Roma, Paris é muito preparada para a quantidade de turistas que recebe diariamente. Só é preciso ficar atento porque lá acontecem muitos roubos de ‘bater carteira’. Como em todo o lugar do mundo, ter cuidado é sempre bom”, recomendam.


Contudo, a grande paixão de Paula e Marcos Vinícius foi Londres, capital da Inglaterra e uma importante cidade global, sendo um dos maiores, mais importantes e influentes centros financeiros do mundo. Lá, visitaram pontos turísticos que atraem milhares de pessoas diariamente, como: o Big Ben – o relógio mais famoso e símbolo de Londres; a London Eye – uma roda-gigante de observação e um dos pontos turísticos mais disputados da cidade; a Tower Bridge, uma ponte-báscula conhecida como uma das pontes mais famosas do mundo, que é de grande importância para o tráfego londrino; e o Palácio de Buckingham, a residência oficial da Família Real Britânica em Londres.
“A Inglaterra é surreal. É um país antigo, mas ao mesmo tempo moderno. Tudo funciona. A educação das pessoas é impecável. Sempre que chegávamos a algum lugar, dizíamos que não falávamos inglês muito bem, então os atendentes eram muito pacientes e nos ajudavam. Lá, os preços são justos e todos podem ter a mesma coisa, não existe desigualdade. Você não sabe quem é rico ou pobre, pois todos podem ter uma roupa boa ou se alimentar bem. Com certeza, nos apaixonados por Londres e temos a pretensão de, um dia, voltarmos para lá”, contam.

 

A experiência
Mário Quintana escreveu que “viajar é tirar a roupa da alma”. E, depois de 24 dias longe de casa, em diferentes países, conhecendo diferentes culturas, saboreando coisas diferentes e conhecendo pessoas diferentes, Paula e Marcos Vinícius já não são mais os mesmos. Por fim, declaram: “No começo, estávamos apreensivos, mas depois nos ‘jogamos de cabeça’ e foi uma experiência muito incrível. A viagem nos fez sair da nossa zona de conforto e refletir sobre coisas que nem sabíamos que existiam. Ver uma vida diferente da nossa, conhecer novas culturas, passar por situações que fogem ao nosso controle, descobrir, explorar e aprender a respeitar o novo nos uniu ainda mais enquanto casal e nos enriqueceu como seres humanos”.

A paisagem em arte fotográfica

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Para Alfabile Richardson Santana (33), fotógrafo especializado em fotografia artística de paisagens, a fotografia é uma boa terapia e poderosa ferramenta social.
O fotógrafo, que aprendeu a dominar as técnicas de forma autodidata, já teve seu trabalho publico em alguns dos maiores veículos de comunicação da área, como National Geographic e Landscape Photography.
Turista de Itapoá e apaixonado pelo local, Alfabile coleciona e eterniza belíssimos momentos deste município litorâneo.

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Ana Beatriz Machado Pereira da Costa

Alfabile nasceu em Balneário Camboriú (SC), mas vive no município de Itajaí (SC). Através de um amigo de infância, descobriu que desde criança já demonstrava interesse por paisagens em fotografia. Ele recorda: “Comecei a fazer fotos com meu primeiro celular com câmera fotográfica, e era algo que me fazia muito bem, além de prender totalmente minha atenção e curiosidade. Com o tempo, as pessoas começaram a perceber um olhar diferenciado em minhas fotografias e foram me incentivando a me aperfeiçoar e me dedicar”. E assim ele o fez.
De forma autodidata, através de vídeos na internet, aprendeu mais sobre regras e técnicas, e foi evoluindo seu olhar fotográfico. Certa vez, trocou seu celular por uma câmera profissional e duas lentes. Alfabile que, naquele tempo, trabalhava na área de logística em uma multinacional, se dedicou intensamente, treinou e aprendeu a operar o equipamento fotográfico. Assim, nasceu sua identidade visual e foi se percebendo fotógrafo.

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Desde sempre, soube que amava fotografar paisagens e que este seria seu nicho. “Minha fotografia é autoral, onde tenho total liberdade em pós-processar a imagem até eu acreditar que esteja agradável ao meu olhar e, posteriormente, aos olhares das demais pessoas”, comenta Alfabile, que tem como maior inspiração na fotografia de paisagens o fotógrafo australiano Peter Lik.
Sempre em busca de novos estilos, técnicas e formas de transformar seu trabalho, o profissional também é apaixonado por viagens. Em suas andanças pelos territórios nacionais ou internacionais, amplia seu portfólio de imagens, sua cultura e enriquece suas fotografias. Nas palavras de Alfabile: “Minhas fotografias sempre ajudam a atrair turistas e curiosos para os lugares que eu fotografo. Muitas pessoas se utilizam dessas fotos para escolher seus destinos turísticos. Por isso, sinto a responsabilidade de mostrar o melhor de cada local, aquilo que muitas pessoas muitas vezes nem dão mais importância”.

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Em terras itapoaenses
Há oito anos, o fotógrafo visita Itapoá durante as férias de verão. “Conheci o município porque minha cunhada tem casa em Itapoá há muitos anos. A casa fica próxima à Terceira Pedra e, coincidentemente ou não, essa é a região que mais gosto de fotografar. Acho essa pedra muito linda e cheia de possibilidades”, diz.
Alfabile também trabalha com decoração de ambientes, criando quadros Fine Art. As imagens produzidas por ele de Itapoá fazem parte de seu portfólio, podendo ser comercializadas para projetos gráficos ou no formato de quadros.
Ao eternizar a natureza exuberante da cidade através das lentes, o profissional sente-se parte do local. “Itapoá tem uma beleza praiana muito única e me enche de inspiração por toda sua formação de praia, céu e mar”, fala o fotógrafo.

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De Itajaí para o mundo
Atualmente, Albabile tem uma coluna de fotografia diária no Jornal Diarinho, um dos jornais mais populares do litoral centro-norte de Santa Catarina, e no Jornal dos Bairros, de Itajaí. Suas obras decoram e dão vida a inúmeros estabelecimentos, como Hilton Garden Inn, na Praia Brava de Itajaí, Hotel Mercure, em Itajaí e Navegantes, entre outros.
Seus clicks também ultrapassaram as fronteiras do Brasil e conquistaram os maiores veículos de comunicação da área. As revistas National Geographic, Landscape Photography e Fotografe Melhor foram alguns dos veículos que já publicaram trabalhos do fotógrafo.

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“Fotografia é vida. Quando estou fotografando, me sinto vivo, energizado, realizado e completo. Fotografia é uma boa terapia e poderosa ferramenta social – tanto para o fotógrafo quanto para o espectador. Durante todos estes anos de experiência, recebi feedbacks incríveis de pessoas que estavam passando por momentos de depressão ou tristeza e, ao olhar alguma fotografia minha, foram comunicadas por algo que as tirou momentaneamente dessa estado de tristeza. Esse é o poder da fotografia”, conta.
Aos aspirantes a futuros colegas de profissão, Alfabile aconselha: “É muito importante filtrar o que ouvi, pois muitas pessoas, especialmente no início da carreira, tentam nos desmotivar por diversos motivos. É preciso acreditar, de verdade, no amor pela fotografia e lutar para conseguir seu espaço ao Sol. Nada na vida é fácil, mas quando fazemos algo que amamos nossa vida se torna incrível”.
Por fim, o fotógrafo Alfabile expressa sua gratidão à cidade de Itapoá, que lhe oferta com belezas mil: “Agradeço também a seus moradores, que sempre foram simpáticos comigo e meu trabalho. Gratidão a toda a equipe da revista Giropop pela oportunidade de falar e apresentar ainda mais meu amor pela fotografia”.

O paraíso visto de cima

 

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Cleberson de Almeida Frigo, mais conhecido por Cleber Frigo (35), não é nascido tampouco criado em Itapoá. Mais que frequentar e desfrutar das belezas naturais do litoral, este turista perpetua e eterniza tais belezas.
Fotógrafo e cinegrafista na empresa DroneLook, a condição de cadeirante não impede Cleber Frigo de trabalhar duro e produzir belíssimas imagens aéreas da praia de Itapoá – cidade que tanto ama. “Produzir essas imagens é uma forma de agradecer e deixar um legado. É como se me tornasse parte da história deste lugar tão belo”, diz.

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Natural de Arapongas, norte do Paraná, atualmente Cleber vive em Coronel Vivida, sudoeste do estado. Recordando o início da sua carreira, conta que sempre fora aficionado por paisagens e pores do Sol: “Ambos são únicos, estão em constante mudança em frações de segundos”. Fascinado pela natureza, passou a registrar paisagens com fotografias e vídeos, usando um drone simples, de brinquedo. “Comecei por hobby, não aspirava por destaque ou me colocar no mercado de fotografia e imagens aéreas. De forma natural, surgiram trabalhos em diversas áreas, desde eventos esportivos até marketing e propaganda, cobertura de desfiles e eventos militares em parceria com o Exército Brasileiro, o qual sempre me deu oportunidades incríveis de acompanhar e registrar belas imagens”, comenta.
Depois de um acidente dentro do meio militar, o qual sempre teve e tem paixão, Cleber sofreu uma lesão medular na coluna e ficou paraplégico. “Pude encontrar na fotografia e nos drones uma forma de sair e ultrapassar limites. É claro que desde então foi uma adaptação, mas hoje em dia com os drones podemos ir onde queremos e isso nos dá uma nova percepção de ver um lugar ou cenário”, diz. Em 2015, cursou Fotografia no SENAC e, de lá para cá, aperfeiçoou e profissionalizou seu trabalho.

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Registrando Itapoá
Ao final de 2001, Cleber conheceu o município de Itapoá e se apaixonou pelo local. “Naquele tempo, não tinha a noção de que a cidade se desenvolveria tão rápido, mas as belezas naturais sempre estiveram aqui e ainda são preservadas”, conta.
Uma vez que já trabalha com imagens aéreas no interior do Paraná, na sua empresa, a DroneLook, Cleber pôde ver, registrar e mostrar ainda mais a beleza de Itapoá. Ele recorda: “Pensei que seria legal ter imagens diferentes, com areia e mar, por outros ângulos. Passeando por toda a praia, a região das Três Pedras foi o que mais me chamou a atenção. No horizonte, seja em direção ao mar ou a terra, sempre há algo peculiar, como o verde das algas ou da mata, a areia ou o sol refletivo, e o azul do mar ou do céu”.
A princípio, as imagens de Itapoá eram produzidas para portfólio e por prazer, mas à medida que foram divulgadas na internet, ganharam visualizações e elogios dos espectadores. “Itapoá, por si só, já é linda, mas vista de outro ângulo é ainda mais. Tive vários acessos de moradores, empresários e turistas que gostaram tanto da cidade quanto das imagens que fiz”, conta Cleber, que chegou a produzir imagens aéreas específicas para empresas locais.

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Com base em sua experiência de vida e bagagem profissional, ele tem, por natureza, a curiosidade em tentar ver tudo de um novo ângulo, ou seja, apresentar um olhar diferente às pessoas. Para ele, apresentar esse olhar ao público itapoaense é uma honra: “Gosto muito de Itapoá e venho para cá quase todo verão ou sempre que surge uma oportunidade de trabalho. Enquanto cadeirante, vejo muitos aspectos positivos na cidade, como a acessibilidade das praias e das ruas principais, além da receptividade dos moradores, o bom atendimento nos comércios, a limpeza das praias e das ruas, a balneabilidade do mar, entre outros. Produzindo essas imagens, sinto como se estivesse contribuindo para o lugar. É como se eu me tornasse parte da história de Itapoá”.

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Perpetuando memórias
Como a tecnologia dos drones é ainda recente, Cleber aprende diariamente, seja praticando, na internet, com o trabalho de colegas de outros países da Europa e América do Norte, ou através das comunidades de operadores de drones. Para ele, registrar uma imagem aérea é perpetuar um lugar ou eternizar uma memória. “Representa um legado, uma história a ser contada para as próximas gerações. A produção de imagens segue aquele velho ditado que diz que ‘uma imagem vale mais do que mil palavras’, e pode alcançar a todos, seja no campo online ou off-line”, acrescenta.
Atualmente, Cleber Frigo, da DroneLook, produz imagens empresariais voltadas a propagandas online e institucionais – mas sempre sobra aquele tempinho para uma foto mais artística de alguma paisagem.
Para ele, tudo na vida é questão de adaptação e prática. “As pessoas costumam se surpreender por eu ser cadeirante e ativo, e ainda mais por trabalhar na produção de fotos e vídeos. A mensagem que quero deixar é que não é porque estou na condição de cadeirante que devo desistir, muito pelo contrário. Todos nós temos coragem e força de vontade, é só buscarmos dentro de nós”, diz Cleber, uma inspiração para a fotografia e para a vida.
Apesar de não nascer ou morar em Itapoá, é exemplo positivo de um turista que frequenta as praias itapoaenses com respeito e admiração, eternizando suas belezas naturais e contemplando os apaixonados por Itapoá com imagens de tirar o fôlego.
Nas palavras do profissional: “Agradeço à equipe da Revista Giropop por acompanhar meu trabalho e abrir este espaço. Fico lisonjeado e imensamente feliz em poder fazer parte deste trabalho, que é um legado para Itapoá. É uma satisfação poder registrar e compartilhar com vocês as belezas deste município, vistas por outro ângulo. Vocês, itapoaenses, com toda a certeza, vivem em um pedacinho do paraíso. Às vezes só precisamos parar e observar”.

Porto Itapoá de portas abertas para a comunidade

Se você tem curiosidade de conhecer o Porto Itapoá de pertinho, esta é uma ótima notícia: foi lançada a programação do Porto da Gente 2020. Neste ano, serão seis edições do Programa, cada uma com 60 vagas abertas para moradores de Itapoá.

O Porto da Gente é o programa onde o Terminal abre as portas para a comunidade conhecer um pouco mais sobre a sua história, projetos desenvolvidos, conhecer a estrutura e fazer um passeio no pátio e píer. Assim, durante toda uma tarde de sábado você pode ficar mais informado e tirar suas dúvidas quanto à operação. O Programa iniciou em 2017 e até o momento mais de 200 pessoas já participaram da visita. Só neste ano serão 360 vagas, divididas em seis edições.

post_portodagente_mar2020A primeira delas já está confirmada: será no dia 7 de março (sábado), às 14 horas. As inscrições estão abertas e devem ser feitas através de ligações para a Ouvidoria Social: 0800 674 558. As vagas serão preenchidas por ordem de inscrição. Podem se inscrever moradores de Itapoá com mais de 18 anos de idade, em função dos procedimentos de segurança. Caso você não possa participar em março, as próximas visitas estão programadas para os meses de maio e julho.