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Aos 16 anos, jovem de Itapoá irá formar-se bailarina profissional

O balé clássico fascina o imaginário de muitas meninas. Mas, para Mariana Oss, de Itapoá-SC, a dança foi muito mais que uma fase.
Aos 16 anos de idade, Mariana conta com quatorze anos de experiência no balé e, em outubro de 2018, irá realizar seu grande sonho: formar-se no nível técnico, obter o registro profissional e, enfim, tornar-se uma professora de balé.

 

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Ana Beatriz Machado Pereira da Costa

Ana Beatriz Machado Pereira da Costa

Mariana ainda estava na pré-escola, em Chapecó-SC, quando saía da sala de aula para observar as meninas mais velhas dançando balé. Certa vez, sua mãe conversou com a professora e a menina pôde, então, iniciar as aulas de balé na pré-escola – e nunca mais parou.
Ainda em Chapecó, Mariana estudou balé no SESC e na Ballare Escola de Dança (atual Vanessa Batistello Escola de Dança). “Quando iniciei no balé, achava tudo muito lindo, mas, antes mesmo de sonhar em tornar-me uma bailarina, sonhava em ser professora de balé clássico”, conta. Já residindo no município de Itapoá, fez aulas de balé no Laboratório Studio de Dança e, há aproximadamente três anos, treina no Coan Studio de Dança e Pilates.

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Ela conta que sempre teve como inspiração uma bailarina mais velha de sua antiga escola e sua ex-professora, Vanessa Batistello, que, mesmo à distância, lhe dá muito apoio: “Assim como Vanessa, cada um dos professores que fizeram e ainda fazem parte de minha formação são pessoas que me inspiram muito”, comenta. A experiência mais recente, no Coan Studio de Dança e Pilates, deixou Mariana a poucos passos de seu sonho.
O professor de balé do Coan Studio, Luiz Carlos dos Santos, discorre sobre a aluna: “Mariana já veio com cinco anos de trabalho pela escola cubana de sua cidade. Ela apresenta evoluções rápidas, muita agilidade, expressividade, grande evolução técnica dos movimentos do balé clássico e experiência na dança”.

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Recentemente, os alunos do Coan Studio de Dança e Pilates estiveram participando do XXIV Festival de Dança do MERCOSUL, na Argentina, onde Mariana conquistou três premiações:
duas em grupo e uma no DUO.

Ainda, Luiz explica que, para a aluna formar-se no nível técnico e obter o DRT (registro profissional tirado na Delegacia Regional do Trabalho, que significa que a bailarina estará apta a dar aulas), ela deverá ter em mãos seu currículo de bailaria (contendo TCC, anos de formação, apresentações e festivais dos quais participou) e ter dez anos de aulas de balé comprovados. Vale lembrar que a contagem dos anos de formação inicia-se a partir dos seis anos de idade, quando a bailarina aprende a estudar as técnicas.
Depois de estudar, ensaiar e subir ao palco muitas vezes, neste ano de 2018 Mariana irá realizar seu grande sonho de ser professora de balé. “Sou muito grata aos profissionais do Coan Studio, pois estes estão sempre dispostos a transmitir seus conhecimentos com muito amor, carinho e paciência. Estão, também, sempre se atualizando, pois o mundo da dança traz constantes novidades”, fala a jovem, “o DRT é, para mim, a representação de um sonho, de estar indo cada vez mais longe com meu conhecimento e minha dedicação”.

Nunca desistir
Conforme professor Luiz, uma bailarina precisa de muita dedicação para aprender os movimentos e seus respectivos nomes. “A teoria é aplicada durante o ensino de cada movimento, como executar de maneira correta e quais seus objetivos. Cada movimento tem uma intenção para o trabalho corporal, técnico e coreográfico”, explica.
O professor também frisa que o cuidado com a alimentação é necessário para a saúde corporal, e que a disciplina também é um fator importante, pois uma bailarina dedicada apresenta postura comportamental que compõe seu dia a dia em todas as atividades, na família, na escola e na sociedade.
Recentemente, os alunos do Coan Studio de Dança e Pilates estiveram participando do XXIV Festival de Dança do MERCOSUL, na Argentina, onde Mariana conquistou três premiações: duas em grupo e uma no DUO. Nas palavras de Luciana Coan, proprietária do Coan Studio: “Com ajuda da família, da equipe de profissionais e por conta de sua persistência e dedicação, Mariana vem a cada ano melhorando sua técnica no balé clássico. Hoje, é estagiária em nosso Studio e atua juntamente dos professores Thais Espindola (nas turmas de Baby Class) e Luiz Carlos dos Santos (nas turmas de Balé Iniciante). Além do balé, ela ainda pratica aulas de Jazz e aulas de pontas, sendo muito aplicada nos estudos e tendo todos os quesitos para ser uma bailarina de sucesso”.

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Aos 16 anos de idade e prestes a formar-se professora de balé, Mariana sonha em continuar participando de festivais, pois ama a sensação de subir ao palco. “Como o município de Itapoá é carente de um teatro, com estrutura adequada para apresentações, qualquer oportunidade de subir ao palco é rara e muito importante para mim”, fala. Sabendo da inspiração que tem para meninas mais novas, que também sonham em fazer carreira no balé, Mariana diz a elas que nunca desistam: “Como em qualquer atividade que você queira se dedicar, o caminho no balé não é fácil. É preciso ter paciência, determinação, procurar por fontes confiáveis e profissionais habilitados e, principalmente, sentir paixão pela dança”.

A bailarina Mariana Oss, do Coan Studio de Dança e Pilates, irá formar-se no dia 9 de novembro de 2018. A formatura acontecerá no Shopping Itapemar, em Itapoá-SC, durante o espetáculo de balé La Fille Mal Gardée, às 20h.
Para adquirir o convite do evento, basta entrar em contato com a equipe do Coan Studio (47 99902-5763 – Luciana Coan).
Para patrocinar ou apoiar a bailarina Mariana, contate sua mãe, Elenice, através do número: 47 98495-4806.

Ondas, conquistas e sonhos do atleta itapoaense de surfe Ryan Cordeiro

Ele se apaixonou pelo esporte no extinto Projeto Ampliação de Jornada Escolar, superou grandes nomes da nova geração do surfe catarinense e paranaense, liderou rankings e conquistou diversos títulos. Hoje, quando o assunto é surfe itapoaense, Ryan Cordeiro é destaque e serve de inspiração, especialmente para a nova geração de surfistas.

Ana Beatriz Machado Pereira da Costa

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Ryan Cordeiro começou a surfar no Projeto Ampliação de Jornada Escolar e, hoje, lidera rankings de campeonatos da região.

Sua história com o surfe começou em 2011, aos 10 anos de idade, no extinto Projeto Ampliação de Jornada Escolar (AJE), provando a importância de uma política pública municipal comprometida com o esporte. Desde suas primeiras aulas, Ryan chamou atenção dos professores e se destacou nas ondas. “Os professores do Projeto AJE foram essenciais para que eu criasse gosto pelo esporte. Eles me levaram para competir fora de Itapoá pela primeira vez, me incentivaram para que eu comprasse minha primeira prancha de surfe e me motivaram a evoluir cada vez mais no esporte”, diz.

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O atleta na fábrica da Pró-Ilha Surfboards, um dos seus patrocinadores.

Depois de obter o 3º lugar em uma edição da Copa Catarinense de Surfe Infantojuvenil (Copinha), realizada em Itapoá, Ryan criou gosto por competições e passou a ter o objetivo de participar de todos os campeonatos da região e conhecer diferentes picos e ondas – e, assim, aconteceu. Por ser menor de idade, o atleta recebeu apoio de muitos amigos que o levaram e ainda o levam para competir Itapoá afora: “sou eternamente grato aos meus amigos Ricardo Brauer e Ronaldo Camarão, que já me ofereceram muitas caronas e, especialmente, a Elaine Nemoto (mãe da atleta Julie Arissa Nemoto Tamura) e ao atleta Gabriel Castigliola, meu treinador, empresário e grande amigo, a quem devo muito por minha evolução”, ressalta Ryan.

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Em Itapoá, seu município, Ryan costuma surfar as ondas da Terceira Pedra e em frente à tradicional Barra do Açaí. Entre os sonhos do surfista, está representar o Brasil no WCT.

Para os atletas da nova geração do surfe itapoaense, Gabriel Castigliola é tido como um “pai”, uma vez que treina, gerencia e torce pela carreira de muitos deles. Sobre Ryan, Gabriel afirma: “Gosto muito de poder passar o melhor daquilo que aprendi nestes longos anos dentro do mundo do surfe aos mais novos e, com o Ryan, não é diferente. Ele é um garoto educado, talentoso e com um futuro muito promissor no esporte. Eu o tenho como ‘filho’, ‘irmão’ e melhor amigo, ao mesmo tempo”.
Entre os melhores títulos já conquistados pelo surfista Ryan Cordeiro estão: Campeão Catarinense de Surf da categoria Iniciantes, em 2015; Vice-campeão da categoria Iniciantes do Circuito Surfuturo, em 2015; Campeão da categoria Sub-16 do Circuito Storm Kids, em 2016, entre outros pódios colecionados pelo atleta nas disputas dos circuitos Catarinense de Surf Amador, Paranaense de Surf Amador e da Associação Itapoaense de Surf.

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Ao final de 2016, Ryan teve sua primeira surftrip para o exterior. Na foto, ele em Lobitos, no Peru.

Para manter o bom desempenho nas ondas, a rotina do atleta é intensa: além dos treinos de surfe, que acontecem de acordo com as condições do mar, Ryan estuda, faz Pilates, treinamento funcional e, durante as temporadas, costuma trabalhar com a venda de pranchas de surfe na loja Tribo do Sol. “Quando as condições do mar não estão muito boas, costumo ficar um pouco depressivo”, brinca Ryan, “mas, em casa, gosto de assistir gravações onde eu estou surfando para corrigir e melhorar meus movimentos, além de assistir ao surfe de outros atletas que me inspiram”, conclui o surfista, que tem como inspiração os atletas profissionais Mick Fanning, Gabriel Medina e o “pai” Gabriel Castigliola.
Para o atleta Ryan, especializado em manobras de linha, o surfe representa mais que um esporte: “É todo um estilo de vida, de contato e respeito à natureza, que permite aos seus praticantes conhecimentos sobre ventos, ondulações, marés, luas, entre outros. Por isso, as pessoas costumam brincar ao dizer que todo surfista é um pouco meteorologista. O surfe também representa um eterno desafio, pois existem dias de mar bom e dias de mar ruim, e você tem que saber lidar com todas essas adversidades do tempo”.
Em meio a tantos nomes que contribuem com sua carreira no esporte, o surfista destaca os amigos Ronaldo Camarão, Gabriel Castigliola e sua mãe, Maria Helena Cordeiro, além de seus patrocinadores e apoiadores Pró-Ilha Surfboards, Prefeitura Municipal de Itapoá, New Arts Comunicação Visual, Tribo do Sol, Excusa Mama Tatuaria, Krovel City Beach, Inspira Estúdio de Pilates, Barra do Açaí e Soul Fins. Ainda assim, para cobrir os inúmeros gastos exigidos pelo esporte, como inscrições, viagens, hospedagem, alimentação e equipamentos, o atleta está em busca de um patrocínio master, que proporcione ainda mais evolução em sua performance.
Hoje, aos 16 anos de idade, Ryan Cordeiro está se fortalecendo para competir o circuito paranaense e, em 2018, planeja participar do circuito de acesso à elite do surfe (WQS), na Argentina. Através do surfe, ele pôde realizar alguns de seus sonhos, como, por exemplo, conhecer o surfista profissional Gabriel Medina, se tornar campeão catarinense de surfe e surfar as ondas de Lobitos, no Peru – sua primeira surftrip para o exterior. Mas, para o jovem, o oceano é o limite: “ainda sonho em competir em alto nível, representar o meu país no WCT e viver do esporte”.

Deseja apoiar ou patrocinar o atleta itapoaense de surfe Ryan? Entre em contato
com ele através do número
(47) 99753-9445 ou do
perfil “Ryan Cordeiro”,
no Facebook.

Ozires Gava Neto: Jovem de Itapoá é revelação das artes marciais

Cada vez mais as pessoas estão descobrindo o prazer da vida saudável. O resultado desta tendência é o elevado índice de crescimento de praticantes de diversos esportes, entre eles, as artes marciais. No município de Itapoá-SC, as artes marciais vêm se popularizando e revelando grandes talentos, como o atleta Ozires Gava Neto. Com menos de um ano de carreira no jiu-jitsu, muay thai e nas Artes Marciais Mistas (MMA), Ozires já conquistou dezessete títulos em campeonatos. Hoje, é inspiração para aqueles que desejam iniciar nas artes marciais e carrega o nome de Itapoá Brasil afora.

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O atleta de artes marciais Ozires Gava Neto, de Itapoá-SC. Na foto, comemorando o título de campeão paranaense de jiu-jitsu, em 2016.

Ana Beatriz Machado

A paixão por esportes vem de berço. João Gava, pai de Ozires, já foi lutador de karatê, judô, boxe e campeão brasileiro de queda de braço. No entanto, seu filho seguiu um caminho diferente: jogador de futebol do Clube Atlético Paranaense (CAP), onde treinou na base do sub-17. Quando encerrou a carreira futebolística, Ozires mudou-se para Itapoá, onde, há aproximadamente um ano e meio, começou a fazer musculação para manter a saúde. “Vi que na academia onde eu treinava, a Pride Center Gym, também ofereciam aulas de jiu-jitsu e muay thai, e como já sabia dos benefícios, decidi fazer também”, conta. De imediato, se identificou com as artes marciais e, com apenas cinco meses de treinos, resolveu participar de um campeonato.

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Algumas das principais medalhas
obtidas pelo atleta em 2016.

Logo em sua estreia, em uma etapa do campeonato paranaense de jiu-jitsu, Ozires ganhou a medalha de ouro. A partir de então, aprimorou suas técnicas, reforçou os treinos e obteve diversos títulos, dentre eles: campeão catarinense de muay thai tradicional, campeão brasileiro de muay thai tradicional, campeão paranaense de No Gi (treino sem quimono), campeão paranaense de jiu-jitsu, campeão da Copa Sul-Brasileira de Jiu-Jitsu, vencedor de todas as etapas em que participou do Campeonato Catarinense de Jiu-Jitsu, vencedor de todas as etapas paranaenses e catarinenses do Circuito Stance de Jiu-Jitsu, medalha de bronze na seletiva de jiu-jitsu dos Emirados Árabes, contando também com um cartel de três lutas de MMA – tudo isso, apenas em 2016.

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Apesar de ter apenas 18 anos, ele já compete com lutadores de diversas faixas e categorias, e é conhecido como um grande finalizador.

Apesar dos bons resultados, o atleta deixou de participar de algumas etapas de campeonatos por carência de patrocínios. Ozires é treinado e recebe orientação dos seus treinadores Felipe Siqueira (muay thai) e Michael Souza (jiu-jitsu), que lhes acompanham nos campeonatos, no entanto, todos os gastos com inscrições, viagens, suplementos nutricionais e equipamentos são custeados por seus pais. Assim como João, a mãe de Ozires, Janaína Gava, o acompanha em todos os campeonatos e vibra com as conquistas do filho. “Como ele mora sozinho, nos falamos por telefone com frequência. Enquanto o seu pai faz o papel de empresário, ajudando financeiramente e correndo atrás de patrocínios, eu cobro muito a parte da alimentação”, conta Janaína.
Com 18 anos de idade, apenas doze meses de jiu-jitsu e dez meses de muay thai, Ozires já compete com lutadores de diversas faixas e categorias, e é conhecido como um grande finalizador. Por trás deste reconhecimento, há uma intensa rotina, com condutas, dietas e treinos diários. Para o atleta, sua disciplina e o bom psicológico são méritos de seus pais. “Sempre transmitimos confiança a ele, pois acreditamos que autoconfiança é tudo para um atleta. Hoje, nosso filho é um atleta focado e sabe o que quer”, falam João e Janaína. Foram, inclusive, a determinação de Ozires dentro dos tatames e sua frieza nos campeonatos que lhe renderam o apelido de “Ice Man” (homem de gelo).

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Ozires e seus pais João e Janaína Gava,
em sua primeira luta de MMA, em 2017.

Ele, que é um dos atletas de Itapoá incentivadores à prática de campeonatos, hoje serve de inspiração para jovens itapoaenses que iniciam nas artes marciais. “Essas modalidades estão cada vez mais populares entre crianças, jovens e adultos, de ambos os sexos, em Itapoá. Eu acho isso muito bom, pois as artes marciais, além de proporcionar um bom condicionamento físico e noções de defesa pessoal, oferecem controle emocional, valores, paciência, equilíbrio, flexibilidade e agilidade”, diz.
Se nos tatames Ozires costuma finalizar o oponente em pouco tempo, na vida, ele fala que ainda há muitos movimentos a serem feitos até que a “luta” acabe. “Estamos em busca de patrocinadores e apoiadores locais que acreditem no seu potencial e no poder do esporte”, fala João, pai de Ozires. Para o futuro, o atleta conta que deseja fazer carreira no MMA e conquistar o tão sonhado título mundial. Ainda para este ano de 2017, ele planeja abrir um espaço junto à academia Pride Center Gym para dar aulas de artes marciais, formando novos lutadores no município de Itapoá. Para Ozires, tão importante quanto sonhar, é acreditar no sonho de alguém.

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Para patrocinar ou apoiar o atleta Ozires, entre em contato através do número (WhatsApp): (47) 99199-7636.

Ketllin Zeni: Corridas, Itapoá e o desejo de uma atleta amadora

Saúde, qualidade de vida, lazer e novas amizades: são inúmeros os benefícios da corrida para seus praticantes, especialmente no município de Itapoá-SC, aonde o esporte vem se difundido a cada dia. Depois das primeiras passadas na corrida, alguns chegam a adentrar o universo de competições, como aconteceu com a atleta amadora Ketllin Zeni, de Itapoá. Grande apreciadora de atividades físicas, Ketllin corre por amor e, assim como outros esportistas, leva o nome de Itapoá em cada uma de suas provas.

Ana Beatriz Machado

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De Itapoá, Ketllin Zeni é atleta amadora de corrida.

Natural de Curitiba-PR, desde criança Ketllin se interessa por esportes. “Sempre fui ativa e apaixonada por novos desafios”, fala a atleta, que já se aventurou em diversas modalidades esportivas, como bicicleta e jiu-jitsu. Assim que conheceu seu marido, que corria regularmente, foi apresentada ao universo da corrida. “Quando comecei, não tinha a pretensão de participar de competições, mas a corrida nos estimula a evoluir cada vez mais e, neste contexto, competir foi algo natural”, conta.

Natural de Curitiba-PR, desde criança Ketllin se interessa por esportes. “Sempre fui ativa e apaixonada por novos desafios”, fala a atleta, que já se aventurou em diversas modalidades esportivas, como bicicleta e jiu-jitsu. Assim que conheceu seu marido, que corria regularmente, foi apresentada ao universo da corrida. “Quando comecei, não tinha a pretensão de participar de competições, mas a corrida nos estimula a evoluir cada vez mais e, neste contexto, competir foi algo natural”, conta. Sua primeira corrida oficial aconteceu em abril de 2015, no aniversário de Itapoá.

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Para ela, saúde é o bem mais
precioso de qualquer ser humano.

Por ser sua primeira vez, Ketllin concluiu o percurso e deixou o evento sem ver o resultado. Depois, por intermédio de amigos, foi surpreendida com a notícia de que havia ficado em 3º lugar na categoria feminina, de 30 a 39 anos. A partir de então, ela, que também faz musculação há quinze anos, tomou gosto por competir, reforçou seus treinos, e a corrida foi se tornando cada vez mais presente em sua vida.Em Itapoá, Ketllin possui uma empresa de aluguel de brinquedos para festas e é atual presidente da Associação dos Corredores de Itapoá (ACORI), sendo também um dos membros fundadores da associação. Além do trabalho, é mãe de quatro filhos e, hoje, aos 41 anos, compete como atleta amadora. “Costumo programar minha rotina a partir dos treinos, pois acredito que, primeiramente, devo me sentir bem e disposta, para, depois, encarar os demais afazeres”, fala.

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Para Ketllin, cada uma das medalhas ou dos troféus representa história, amigos, lugares, limites e superações

Na casa de Ketllin, todos praticam atividades físicas e têm alimentação regrada. Como mãe, ensina a seus filhos que a saúde é o bem mais precioso da vida de qualquer ser humano. Enquanto corredora, Ketllin participa de provas e carrega, com orgulho, o nome de Itapoá.

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O evento que mais lhe marcou foi a Corrida de São Silvestre, no fim de 2016, em São Paulo-SP.

Entre seus resultados mais significativos estão: 1º lugar por categoria na Corrida Rústica de 7 de Setembro, em Itapoá; 3º lugar por categoria em Jaraguá do Sul-SC; 1º lugar por categoria em Doutor Pedrinho-SC; 2º lugar por categoria na Corrida de Montanha de Campo Alegre-SC; 2º lugar geral na Corrida Let’s Run, em Joinville, e 3º lugar geral na Corrida da Marinha de São Francisco do Sul-SC. Porém, o evento que mais lhe marcou foi a Corrida de São Silvestre, no fim de 2016, realizada anualmente, em São Paulo-SP. “Desde criança, assistia a São Silvestre pela televisão”, conta Ketllin, “quando concluí o percurso me emocionei muito, pois foi um sonho realizado”.Em dois anos de competições, a atleta participou de cerca de trinta provas, sendo três delas competições de meias maratonas (percursos de 21 km).

Para Ketllin, cada uma das medalhas ou dos troféus carrega mais que uma colocação. “Cada medalha ou troféu representa uma história, amigos que fiz, lugares que conheci, limites e superações”, fala. Para focar nas competições, a rotina da atleta é bastante intensa, com musculação três vezes por semana, e corrida de cinco a seis vezes por semana. Atualmente, Ketllin recebe patrocínio da academia DPJ e apoio do fisioterapeuta Flavio Martelozo, especializado em medicina esportiva. No entanto, busca novas parcerias, apoios e patrocínios que possam agregar no seu rendimento ou colaborar com as competições, que envolvem inscrições, equipamentos, hospedagem, transporte, alimentação, entre outros.

Para dividir com outras pessoas os benefícios do esporte que tem transformado sua vida, há um ano Ketllin criou o grupo “Club da Corrida”, no Facebook e WhatsApp. Nestes espaços, compartilha informações, reportagens, eventos e incentiva novos adeptos à corrida. “Além de saúde e qualidade de vida, o Club da Corrida, assim como a ACORI, tem o objetivo de unir as pessoas e formar novas amizades”, ressalta. E a iniciativa tem dado resultado: influenciadas pelas postagens de Ketllin, várias pessoas, de Itapoá e outras cidades, deram suas primeiras passadas na corrida.

Há alguns dias, o Club da Corrida saiu das redes sociais e foi para as ruas, pois a atleta organizou uma caminhada com uma turma de vinte pessoas, oferecendo companhia e incentivo àqueles que desejam começar a correr. “Como moradora de Itapoá, atleta amadora de corrida, criadora do grupo Club da Corrida e presidente da Associação dos Corredores de Itapoá, desejo fazer mais em prol do esporte em nosso município, incentivando e ajudando a todos que querem ter qualidade de vida através do esporte e da corrida”, fala a corredora, que, recentemente, participou da Corrida de Aniversário de Itapoá e da Meia Maratona de Balneário Camboriú, e vem treinando para participar da sua primeira maratona (percurso de 42 km). Evoluir e alcançar resultados ainda melhores são os desejos da atleta Ketllin, de Itapoá, que tem a corrida como motivação e estilo de vida.

Deseja apoiar ou patrocinar a corredora amadora Ketllin Zeni? Entre em contato com ela através do e-mail ketllin_zeni@hotmail.com ou do número (47) 9 9724-5398. Se você deseja iniciar na corrida, vale procurar pelo grupo “Club da Corrida”, no Facebook.

Jocilei de Macedo: Pedalando por um mundo mais saudável

A Revista Giropop iniciou uma série de entrevistas com pessoas apaixonadas por esporte, que desejam representar Itapoá e Guaratuba nas mais diversas modalidades esportivas.
A nova seção “Adote um Atleta” dará espaço e oportunidade para que atletas e times contem suas histórias de superações, treinos e competições. E, quem sabe assim, encontrem apoiadores, patrocinadores ou simplesmente contagiem outras pessoas com o amor pelo esporte.
Deseja participar? Envie um e-mail para giropop@gmail.com com um breve resumo sobre a sua história como atleta ou do seu time, com foto e telefone para contato.

Ana Beatriz

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Mais do que um meio de transporte ecológico e divertido, a bicicleta é também uma das atividades que mais oferece qualidade de vida. Na cidade de Guaratuba, o ciclista Jocilei de Macedo começou a pedalar assiduamente há dois anos para curar problemas de saúde. Hoje, fundou a Associação Guaratubana de Ciclismo (AGC) e, depois de inúmeros trajetos, quilômetros, viagens e competições realizadas de bicicleta, ele afirma: “Pedalar faz bem para o corpo, para a mente e para a alma”.
Sua história com os pedais começou aos 15 anos de idade, porém, por conta da rotina de trabalho, filho e casamento, a bicicleta foi deixada de lado. Aos 36 anos, Jocilei recorda que começou a ganhar muito peso e que isso resultou em problemas de saúde. Para reverter a situação, não pensou duas vezes em voltar a pedalar: “Sempre fui determinado e com a bicicleta não foi diferente”.
Quando ele começou a pedalar frequentemente, não havia um grupo de ciclistas em Guaratuba. Foi aí que reuniu pessoas para pedalarem aos finais de semana e, mais tarde, durante a semana. “As pessoas foram se interessando e aderindo ao movimento, então, fundei a AssociaçãoGuaratubana de Ciclismo”, conta. Hoje, a AGS conta com mais de 100 pessoas envolvidas nos projetos de pedais.
Durante dois anos pedalando constantemente, Jocilei fala que evoluiu muito. Por incentivo de amigos, começou a participar de competições de ciclismo, sempre obtendo bons resultados. Começou pedalando 100 km, depois 200 km e, em seguida, 300 km. A partir de então, o ciclista manteve uma participação assídua nas competições mais importantes e nos trajetos mais longos. De bicicleta, ele também realizou diversas viagens, como até Navegantes – SC (310 km), Agudos do Sul – PR (350 km) e São Paulo – SP (414 km), esta última, chegando perto do recorde brasileiro de 480 km pedalados em um dia.

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Superar e desafiar seus limites é uma atividade constante para o ciclista. Família na bike: O atleta, sua esposa Ana Paula e seu filho Murilo.

Para Jocilei, os momentos das longas pedaladas são sinônimos de muitas coisas boas. “É quando me encontro com Deus, me desligo de tudo e coloco minhas ideias em ordem”, fala. Além da melhora da saúde e do equilíbrio interior, o ciclista destaca que fez grandes amigos através da bicicleta, que ele e sua família adotaram hábitos alimentares mais saudáveis, e que também se sente satisfeito em contribuir para que o ambiente seja menos poluído. “É uma superação diária, pois sempre desejo que meu desempenho seja melhor que o dia anterior. É isso que me move a pedalar”, afirma.
De acordo com ele, existem alguns mitos acerca do ciclismo como, por exemplo, de que este é um esporte caro. Jocilei ressalta que comprar uma bicicleta é um investimento, uma vez que a pessoa, através da atividade física, deixa de comprar remédios para a dor, pressão, depressão, sono e afins. “Existem bicicletas para todos os gostos, preços, perfis e finalidades. Antes de investir em uma, é ideal que a pessoa tenha definido isso em mente e conte com a ajuda de um profissional ou de um ciclista”, diz. Assim como a roupa e o tênis utilizado nas competições de ciclismo, afirma que a bicicleta também deve “vestir” o atleta, de modo a deixa-lo seguro, confortável e lhe oferecer um bom desempenho.

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O ciclista Jocilei de Macedo, de Guaratuba, recebendo a premiação de uma de suas competições.

Na cidade de Guaratuba, o ciclismo cresceu muito nos últimos anos. “Ainda enfrentamos alguns problemas, como motoristas que não respeitam os ciclistas e ciclistas que desconhecem as leis de trânsito, mas, aos poucos, isso vem melhorando”, conta. Para Jocilei, a difusão do esporte, de modo geral, depende muito dos praticantes. Por isso, ele aconselha aos que
pedalam: “Devemos sempre respeitar a sinalização de trânsito e os pedestres, sendo ciclistas bem educados, de modo que qualquer pessoa que nos olhe também deseje pedalar e ter sua vida mudada para melhor”.

Deseja patrocinar, apoiar ou criar uma parceria com o ciclista Jocilei de Macedo, de Guaratuba? Entre em contato com ele:
Telefone: (41) 9152-4625 E-mail: jocileimacedolelo@hotmail.com