Arquivo da categoria: Roteiros Turísticos

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APARTAMENTOS

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Apartamento Balneário Pérola do Atlântico 2 R$ 690,00 – Ref 6040 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte-perola/comercial-terreno-comercial/id-275.html

Apartamento Balneário Brasilia 1 R$ 430,00 – Ref 6079 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-brasilia/apartamento-padrao/id-316.html

Apartamento Balneário Brasilia 1 R$ 430,00 – Ref 6080 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte-brasilia/apartamento-padrao/id-317.html

Apartamento Balneário Princesa do Mar 2 R$ 750,00 – Ref 6096 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapoa-princesa-do-mar/apartamento-padrao/id-333.html

Apartamento Balneário Brasilia 1 R$ 430,00 – Ref 6105 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-brasilia/apartamento-padrao/id-342.html

Apartamento Balneário Princesa do Mar 2 R$ 900,00 – Ref 6224 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapoa-princesa-do-mar/apartamento-padrao/id-463.html

Apartamento Balneário Princesa do Mar 3 R$ 900,00 – Ref 6225 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapoa-princesa-do-mar/apartamento-padrao/id-464.html

Apartamento Balneário Princesa do Mar 2 R$ 900,00 – Ref 6226 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapoa-princesa-do-mar/apartamento-padrao/id-465.html

Apartamento Balneário Brandalize 2 R$ 750,00 – Ref 6430 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-pontal-brandalize/apartamento-padrao/id-678.html

Apartamento Balneário Pérola do Atlântico 2 R$ 790,00 – Ref 6438 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte-perola/apartamento-padrao/id-686.html

Apartamento Balneário Paese 2 R$ 900,00 – Ref 6466 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-venda-ou-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapoa/apartamento-padrao/id-714.html

Apartamento Balneário Brasilia 3 R$ 840,00 – Ref 6500 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte-brasilia/apartamento-padrao/id-749.html

Apartamento Balneário Barra do Saí 2 R$ 790,00 – Ref 6528 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-barra-do-sai-sai-mirim/apartamento-padrao/id-779.html

Apartamento Balneário Barra do Saí 2 R$ 740,00 6529 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-barra-do-sai-sai-mirim/apartamento-padrao/id-780.html

Apartamento Balneário Brasilia 2 R$ 500,00 – Ref  6 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte-brasilia/apartamento-padrao/id-231.html

Apartamento Balneário Brasilia 1 R$ 430,00 – Ref 6072 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-brasilia/apartamento-padrao/id-308.html

Apartamento Balneário Mariluz 2 R$ 550,00 – Ref 6215 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapoa-mariluz/apartamento-padrao/id-453.html

Apartamento Balneário Paese 2 R$ 750,00 – Ref 6285 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte-paese/apartamento-padrao/id-526.html

Apartamento Balneário Mariluz 2 R$ 550,00 – Ref 6315 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapoa-mariluz/apartamento-padrao/id-556.html

Apartamento Balneário Paese 2 R$ 850,00 – Ref 6507 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte-cambiju/apartamento-padrao/id-757.html

Apartamento Balneário Jardim Pérola do Atlântico 2 R$ 700,00 – Ref 6516 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-jardim-perola-do-atlantico/apartamento-padrao/id-767.html

Apartamento Balneário Paese 2 R$ 1.250,00 – Ref 6544 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-paese/apartamento-padrao/id-796.html

Apartamento Balneário Paese 2 R$ 950,00 – Ref 6545 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-paese/apartamento-padrao/id-796.html

Apartamento Balneário Paese 2 R$ 950,00 – Ref 6546 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-paese/apartamento-padrao/id-796.html

Casas

Casa Balneário Recanto Do farol II 2 R$ 750,00 – Ref 6058
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-recanto-do-farol-2/casa-terrea/id-294.html

Casa Balneário Cambijú 1 R$ 1.250,00 – Ref 6230
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Casa Balneário Paese 2 R$ 650,00 – Ref 6237
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-venda-ou-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte-paese/casa-geminada/id-476.html

Casa Balneário Bahama´s I 2 R$ 550,00 – Ref 6325
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-pontal-bahamas-1/casa-terrea/id-566.html

Casa Balneário Paese 3 R$ 850,00 – Ref 6352
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Casa Balneário Paese 3 R$ 600,00 – Ref 6385
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte-paese/apartamento-padrao/id-526.html

Casa Balneário Jardim Pérola do Atlântico 3 R$ 950,00 – Ref 6444
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte-jd-perola-do-atlantico/casa-geminada/id-692.html

Casa Balneário Cambijú 2 R$ 800,00 – Ref 6525
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte-cambiju/casa-terrea/id-776.html

Casa Balneário Paese 2 R$ 750,00 – Ref 6095
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte-perola/casa-terrea/id-

Casa Balneário Gleba I 2 R$ 650,00 – Ref 6119
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte-gleba/casa-geminada/id-357.html

Casa Balneário Recanto do Farol II 2 R$ 750,00 – Ref 6165
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-recanto-do-farol-2/casa-terrea/id-403.html

Casa Balneário Itapoá 3 R$ 1.500,00 – Ref 6465
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapoa/casa-terrea/id-713.html

Casa Balneário Gleba I 2 R$ 690,00 – Ref 6508
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte-gleba/casa-terrea/id-759.html

Casa / Sobrado Balneário Princesa do Mar 2 R$ 800,00 – Ref 6005
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapoa-princesa-do-mar/casa-sobrado-em-condominio/id-240.html

Casa/ Sobrado Balneário Princesa do Mar 2 R$ 800,00 – Ref 6003
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapoa-princesa-do-mar/casa-sobrado-em-condominio/id-238.html

Casa/ Sobrado Balneário Bahama´s I 3 R$ 700,00 – Ref 6389
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-pontal-bahamas-1/casa-sobrado/id-636.html

Casa/Geminada Balneário Cambijú 2 R$ 800,00 – Ref 6541
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-cambiju/casa-geminada/id-792.html

Casa/Geminada Balneário Santa Clara 3 R$ 900,00 – Ref 6513
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapoa-santa-clara/casa-geminada/id-764.html

Casa/Geminada Balneário Santa Clara 3 R$ 900,00 – Ref 6514
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapoa-imperador/casa-geminada/id-765.html

Casa/Sobrado Balneário Bahama´s I 5 R$ 1.500,00 – Ref 6523
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-pontal-bahamas-1/casa-sobrado/id-774.html

Comercial

Comercial / Sala Balneário Pérola R$ 1.000,00 – Ref 6344
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte-perola/comercial-sala/id-587.html

Comercial / Sala Balneário Pérola R$ 1.000,00 – Ref 6345
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte-perola/comercial-sala/id-588.html

Comercial / Sala Balneário Gleba I 1 R$ 850,00 – Ref 6531
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte/comercial-sala/id-782.html

Comercial / Sala Balneário Gleba I 1 R$ 1.400,00 – Ref 6532
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte/comercial-sala/id-783.html

Comercial / Sala Balneário Gleba I 1 R$ 950,00 – Ref 6533
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte/comercial-sala/id-784.html

Comercial / Sala Balneário Pérola 2 R$ 1.100,00 – Ref 6535 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte/comercial-sala/id-786.html

Comercial / Sala Balneário Pérola 2 R$ 1.100,00 – Ref  6536
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte/comercial-sala/id-787.html

Comercial / Sala Balneário Pérola 2 R$ 1.100,00 – Ref 6537 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte/comercial-sala/id-788.html

Comercial / Sala Balneário Pérola 2 R$ 1.250,00 – Ref 6538 http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte/comercial-sala/id-789.html

Comercial / Sala Balneário Pérola 2 R$ 1.250,00 6539
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte/comercial-sala/id-790.html

Comercial / Sala Balneário Pérola 2 R$ 1.250,00 6540
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte/comercial-sala/id-791.html

Sobrados

Sobrado Balneário Princesa do Mar 3 R$ 1.500,00 6464
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-princesa-do-mar/casa-sobrado/id-712.html

Sobrado Balneário Pérola 3 R$ 1.600,00 6510
http://www.clickimoveisitapoa.com.br/imoveis/para-locacao/em-itapoa/no-bairro-itapema-do-norte-perola/casa-sobrado/id-761.html

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Castelo dos Bugres: ideal para esportes de aventura

O Castelo dos Bugres é assim chamado devido às tribos indígenas que existiam na época da colonização de Joinville
pelos alemães, que chamam os índios de “bugres”. Com a construção da estrada Dona Francisca, os exploradores da época tinham que passar por esta região e muitas histórias relatam que existia uma tribo indígena que vivia lá, próximo deste aglomerado de pedras, conhecido hoje como Castelo dos Bugres.

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A trilha para o Castelo dos Bugres cruza várias vezes o rio e passa no seu leito em determinados trechos.

Ana Beatriz Machado

Para Alan Jacob da Rosa, diretor técnico e um dos fundadores do Grupo de Resgate em Montanha, de Joinville-SC, esta montanha atrai muitas pessoas por diversos motivos: “Por sua facilidade, boa sinalização, belas vistas e por atrair praticantes de vários esportes de aventura”.
Alan conta que escalou o Castelo dos Bugres pela primeira vez em 2001, logo que chegou para morar em Joinville. “Achei uma montanha fantástica e, de lá para cá, já perdi as contas de quantas vezes voltei a este lugar”, fala. Por se tratar de uma montanha relativamente fácil e muito bonita, foi lá que Alan e sua esposa Karin Galkoski da Rosa escolheram para iniciar sua filha Luna no montanhismo, quando ela tinha pouco mais de um aninho. “Ela nos acompanhou nesta montanha carregada em nossas costas, em uma mochila especial para carregar crianças. Adorou esta aventura e, em determinados pontos da trilha, quando parávamos para descansar e a retirávamos da mochila, ela queria ir caminhando na trilha”, recorda Alan.

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Por se tratar de uma montanha relativamente fácil e muito bonita, foi no Castelo dos Bugres que Alan Jacob da Rosa e sua esposa Karin Galkoski da Rosa escolheram
para iniciar sua filha Luna no
montanhismo, quando ela tinha pouco mais de um aninho.

De acordo com o montanhista, o Castelo dos Bugres é uma montanha relativamente fácil para quem já é montanhista ou para quem pratica atividade física regularmente, porém, pode ser considerada difícil para uma pessoa sedentária ou que não tenha a mínima noção do que é fazer uma trilha na mata, com subidas íngremes, barro, lama, atoleiros, etc. Ele também conta que uma das trilhas – conhecida como trilha do container, trilha nova ou trilha de cima – é considerada autoguiada, está bem aberta e sinalizada. “Nesta trilha, é praticamente impossível alguém se perder, até mesmo os mais leigos que estão indo pela primeira vez”, diz Alan.
Já a trilha de baixo, também conhecida como trilha velha, é mais complicada para os iniciantes, sendo mais fechada, com alguns pontos confusos e, por cruzar várias vezes o rio e passar no seu leito em determinados trechos, acaba fazendo com que os visitantes se percam.
Neste local, Alan conta que existem dois mirantes de rocha, que são dois aglomerados com grandes rochas sobrepostas, onde algumas pessoas que conseguem escalar estes obstáculos podem ter uma melhor visão da cidade de Joinville, do Morro Pelado e do Pico Jurapê. Em dias de céu limpo é possível até mesmo ver o mar, mas aqueles que não escalarem estes mirantes também podem ter uma visão parecida.

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O Castelo dos Bugres é uma montanha relativamente fácil para quem já é montanhista ou para quem pratica atividade física regularmente, porém, pode ser
considerada difícil para uma pessoa sedentária.

“Estes mirantes só devem ser escalados por pessoas com experiência e com uso de equipamentos de segurança, como cordas, cadeirinhas de escalada ou rapel e freios”, ressalta Alan. Além de montanhistas e escaladores, os aglomerados de rocha do Castelo dos Bugres também atraem os praticantes de rapel e highline (esporte derivado do slackline, que consiste em andar em uma vida sobre penhascos).
Mais que as riquezas naturais, existem algumas histórias e lendas acerca do Castelo dos Bugres. “Os mais antigos contam que a tribo que lá vivia era muito valente e que, por várias vezes, houve confrontos entre ‘bugres’ e ‘homens brancos’. Eles falam que um dos grandes guerreiros dessa tribo, montado em seu cavalo, adentrou as fendas deste Castelo e seu espírito está até hoje eternizado lá dentro”, conta Alan.

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A trilha para o Castelo dos Bugres cruza várias vezes o rio e passa no seu leito em determinados trechos.

Para aqueles que desejam conhecer este local, por mais que seja uma trilha considerada tranquila, o montanhista recomenda que tomem os cuidados como qualquer outra trilha ou montanha, pois os riscos são praticamente os mesmos. “É bom lembrar que mudanças climáticas repentinas podem trazer tempestades e, com isso, existe o risco de hipotermia ou até mesmo de as pessoas se machucarem na trilha e não conseguirem mais caminhar”, diz Alan. Ele também aconselha as pessoas a evitarem visitar o local com grupos muito numerosos, pois se trata de uma região com trilhas bastante sensíveis e a degradação por excesso de pessoas vem aumentando todos os anos. Para preservação ambiental do Castelo dos Bugres, as pessoas devem recolher seu lixo, não fazer fogueiras ou cortar árvores.

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Mais informações sobre Castelo dos Bugres

Onde fica: Serra Dona Francisca, em Joinville – SC
Primeira ascensão: Não há registro (provavelmente os índios)
Altitude: 998 m
Desnível: 148 m
Comprimento da trilha: 4 km
Duração: De 45m a 2h30m

Temporada ideal: Entre maio e agosto, mas costuma receber visitação o ano todo.

Como chegar: O acesso pode ser feito através de duas trilhas: uma nova, bem aberta, e outra mais antiga (original).
A trilha nova se inicia entre os km 36 e 38 da SC-301, que passa em frente a um bar, onde existe uma borracharia e local para estacionamento dos carros. Já a trilha antiga tem seu início na SC-301, km 36, em frente ao traçado antigo da Estrada Dona Francisca, onde existe a borracharia, do outro lado do asfalto.

Festa do Divino: os versos e pés que levam bênçãos aos lares guaratubanos

O toque simbólico do tambor e a cantoria anunciam: a dona de casa interrompe qualquer atividade para reunir a família e, em sua casa, recebe com emoção os foliões com as bandeiras do Divino e Espírito Santo, para agradecer às graças alcançadas. Esta é uma cena comum em Guaratuba durante os meses que antecedem a Festa do Divino. Mais que uma tradição católica, a romaria das bandeiras é tradição histórica e cultural da cidade. São cerca de dois meses e 20 quilômetros de caminhada percorridos pelos foliões por todo o município, representando as andanças de Jesus e seus apóstolos, e emocionando os fiéis, de casa em casa e de canto em canto.

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O grupo de foliões, Elói da Silva, Edival Alves,
Jorge Tavares de Freitas, Abel Cordeiro em Cabaraquara.

Ana Beatriz Machado

Todo ano, próximo ao dia 3 de maio, dia de Santa Cruz, após receberem a bênção para a romaria, os foliões dão início à tradicional peregrinação, levando aos lares guaratubanos músicas e as bandeiras branca e vermelha – a primeira representando a Santíssima Trindade e a segunda, o Divino Espírito Santo. Partindo da igreja matriz, o primeiro ponto é a área rural, onde de barco e a pé os foliões visitam todos os sítios e povoados distantes, recebendo graças e pedidos; de lá, seguem para a Barra do Saí, sul da cidade, e percorrem toda a área urbana, antes que a festa inicie.
Grande número de fiéis faz procissão atrás das bandeiras, conduzindo velas acesas e entoando músicas em louvor ao Divino Espírito Santo e Santíssima Trindade, como o casal Emílio Tavares de Freitas e Maria Leocádia da Silva. “Antigamente havia dois grupos de foliões e as bandeiras saíam separadas”, conta Emílio, “acontecia de os grupos com as bandeiras se encontrarem pela cidade, sem querer, e era uma cena emocionante”. Hoje em dia, pela dificuldade de encontrar pessoas que preservem a tradição, as bandeiras saem juntas, em um grupo de quatro foliões.

Para os fiéis, receber as bandeiras em suas casas é sinônimo de graça e devoção; enquanto para os foliões, esta missão significa fé e compromisso.

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Família da dona Silvia Regina da Silva recebendo a bandeira do Divino na região de Cabaraquara.

O grupo de foliões é composto por quatro pessoas, cada qual na sua função: tambor, rabeca, viola e voz. O mais antigo na tradição é Elói da Silva, que completou em 2015, 45 anos de participação na romaria e é responsável por anunciar a aproximação das bandeiras através do toque simbólico de seu tambor. Assim como três dos quatro foliões, sua relação com a folia remonta à infância e às relações familiares. Folião desde os 19 anos de idade, Elói conhece as comunidades de Guaratuba como a “palma da mão” e ensinou os caminhos aos colegas.

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A viola é tocada por Jorge Tavares de Freitas, conhecido por muitos como Jorginho. Aos 63 anos de idade, ele completa 16 anos de tradição na romaria. “E continuarei, até quando minhas pernas permitirem”, afirma.
O terceiro folião é Abel Cordeiro que, de seus 71 anos, 24 são de tradição na romaria. Apesar de ter experiência com outros instrumentos, sua paixão é a rabeca – instrumento musical com cordas, semelhante ao violino. Dentre os quatro foliões, Abel foi o único que não seguiu a tradição de família e sim, somente por vontade própria. “Esta tradição me encanta desde criança”, conta, “já estive no papel de fiel, recebendo a bandeira em casa, e sei o quanto é emocionante”.
Já a cantoria do grupo é puxada por Edival Alves, de 54 anos. O mais novo, tem três anos de experiência na romaria. “Vim de uma família muito tradicionalista, cujo costume e fé vêm sendo preservados há gerações”, conta.

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Segundo Edival, os meses de caminhadas são cansativos, mas não devem parar. “É uma tradição muito bonita e que já faz parte de nossas vidas e lares e por isso, não deve acabar”, afirma.

Segundo os foliões, a saudade de casa e da família é grande, mas contam já estar acostumados. Em suas mochilas, algumas peças de roupas e seus aparelhos celulares, para a tentativa de encurtar a distância e matar a saudade durante a caminhada.
Mas toda a saudade e cansaço valem a pena a cada parada, os foliões já presenciaram muitas histórias de devoção. Cleusa Amorim Peres, por exemplo, carrega a fé no Divino Espírito Santo de várias gerações. “Receber a bandeira em minha casa é um momento de forte emoção, pois me lembro da minha mãe, que era muito devota e fazia promessas todos os anos”, conta.
A tradição de aguardar as bandeiras é praticada pela maioria dos fiéis, mas na área rural se intensifica. Para chegar à comunidade Salto Parati, por exemplo, os foliões vão de barco e depois caminham por aproximadamente um dia, para visitar apenas quatro casas. “Temos a responsabilidade com todos os fiéis, que esperam o ano todo por este momento”, afirma o folião Elói.

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O grande momento
Entre muitos passos e outros, a chegada das bandeiras às casas dos fiéis é o momento de maior emoção para as famílias. Para a fiel Laura, sinônimo de paz, já para Cleusa, de lembrança. Cada família se sente tocada de acordo com sua fé e experiência de vida. A cantoria não cessa: também entra nas residências que acolhem as bandeiras de portas e coração abertos.
Na região de Cabaraquara, Silvia Regina da Silva e Celina Luiza da Costa Silva, mãe e filha, têm ex-foliões na família e sabem da dificuldade e cansaço da caminhada pela cidade. “Quando recebemos as bandeiras, oferecemos almoço e lugar para descanso”, conta Silvia, “e ainda é pouco, já que eles trazem graças ao nosso lar”. A cada parada, as bandeiras se enfeitam de fotografias, bilhetes e fitas dos fiéis, como forma de pedidos e promessas. Silvia e Celina costumam pedir por um mundo com menos violência. Outros pedidos são mais direcionados, como o de Laura de Freitas Torquatto, de 66 anos, que não podia ter filhos. Hoje, suas graças foram alcançadas, e como pagamento de promessa, ela percorre parte da caminhada junto aos foliões.
Após compartilharem graças e fé, os foliões passam para a casa vizinha cantando e tocando a mesma música, onde tudo se repete. Terminadas as visitas, depois de percorrer toda a cidade, eles se preparam para os dias da grandiosa Festa do Divino.

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No primeiro dia da Festa, são eles que conduzem as bandeiras ao altar da igreja matriz, acompanhados pelo casal festeiro mor, e ali, no altar, deixam as bandeiras até o final da festa.

Feito isso, é hora de se preparar para o próximo ano, onde tudo se repete e a fé é intensificada. Mas quem disse que o trabalho acabou? Mesmo depois de tantos quilômetros percorridos a pé durante meses, o trabalho volta ao normal. “Assim que a festa acaba, é hora de ir para o mar, tarrafear”, conta Edival.
Assim, os quatro foliões são hoje, mais que exemplo de força e coragem, pelos milhares passos e todo o tempo distante de casa, mas também, de fé e persistência, por manterem acesa uma tradição histórica e cultural da cidade de Guaratuba, “até que suas pernas permitam”. Eles são famosos nos lares guaratubanos pelos seus passos de bênçãos e versos de fé, mas antes disso, a fé se encontra, especialmente, dentro de cada um deles.

Matéria publicada na Revista Giropop – Edição 30 – Julho/2015

Cabaraquara: roteiro ideal para conhecer e degustar ostras

Guaratuba reserva mais do que belas praias como destino turístico. Do outro lado da baía, por exemplo, depois de se atravessar o ferry boat, a comunidade Cabaraquara se apresenta como um roteiro ideal para conhecer e degustar ostras. Por uma única estrada, restaurantes de diferentes estilos se especializaram no prato que é cultivado ali, em frente ao quintal.

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 São mais de cinco restaurantes especializados, alguns de cultivo próprio e outros que comercializam de cultivos vizinhos, mas todas as ostras são dali, da própria baía de Guaratuba. O estuário natural tem as condições ambientais apropriadas para o cultivo das iguarias e já chegou a ser destacada a nível mundial. Diferentes publicações e os próprios cultivadores contam que especialistas do Japão avaliaram ostras produzidas em várias regiões do planeta, inclusive de Guaratuba, e afirmaram que a ostra nativa da região tem um dos melhores sabores do mundo. O resultado é uma resposta a todo cuidado e conservação da comunidade local com os recursos naturais, aliado à boa qualidade da água para o cultivo.

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Marcelo Ferraz Monteiro, proprietário
do restaurante Vivere Parvo

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Hamilton de Moura Kirchner, proprietário
do restaurante Ostra Viva.

 O cultivo de ostras fortaleceu e ganhou mais visibilidade na região a partir do projeto Cultimar, que movimentou os cultivadores. O projeto foi criado em 2005 pelo Grupo Integrado de Aquicultura e Estudos Ambientais da Universidade Federal do Paraná e, conforme informações publicadas pelo próprio projeto, o objetivo foi desenvolver novas fontes de renda para comunidades da região que não descaracterizasse o ambiente natural e as atividades tradicionais. Antes, uma das principais atividades era o extrativismo que, além de não ser saudável, não é nem um pouco rentável.

 Conforme informações do projeto, os produtores de ostras da região possuem três maneiras para abastecer o cultivo: a extração de formas juvenis do ambiente natural (que deve respeitar o tamanho mínimo de cinco centímetros), a coleta de sementes de ostras por meio de coletores artificiais e a obtenção de sementes de ostras produzidas em laboratórios. Com as sementes em mãos, os cultivadores as colocam nas lanternas-berçários apropriadas para o crescimento, em estruturas chamadas de “long line”. O tempo necessário para o cultivo de ostras, conforme os próprios cultivadores, é de 12 a 18 meses, quando atingem um tamanho comercial e estão prontas para o consumo.

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Assim, com uma região famosa pela qualidade e sabor das ostras, cada restaurante disponibiliza diferentes serviços e características. A principal semelhança entre todos é o cuidado e contato com a natureza: de forma sustentável e preservando as riquezas naturais, a natureza faz parte da decoração, atrativos e, claro, do belo cenário.

Além da boa gastronomia, Cabaraquara também é um paraíso natural, cercado por manguezais e pela Mata Atlântica. Ali é possível fazer passeios de stand up e caiaque pela baía, ou mesmo trilhas pela mata nativa. Há duas trilhas principais: uma que vai até a comunidade rural Salto Parati e a do Morro Cabaraquara, uma subida de duas horas e com uma vista fantástica do cume: além de toda a cidade é possível ver o Oceano Atlântico, ilhas de Santa Catarina e a Serra do Mar.

Morro dos Perdidos, bom passeio com a família

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Marcelo L.

Morro de fácil acesso, perfeito para quem quer ter contato com a natureza de uma forma rápida, pela facilidade. Bom passeio para passar o dia com a família ou mesmo somente ver o pôr do sol. É possível acampar para passar a noite também. A partir da chácara base, pode-se subir a estrada de chão que dá acesso ao topo tanto de a pé (há estacionamento na chácara) para aproveitar a natureza como um todo (cerca de 5.5km / 1h) ou mesmo subir de carro até o primeiro cume (o segundo cume é acessível, acredito que somente por altos em relação ao chão, ou veículos 4×4). O custo de entrada, por ser particular, é R$ 10,00 por pessoa (em caso de acampamento, o valor é mais alto, acredito que por volta dos R$ 20,00). O lugar é muito utilizado por atletas corredores de montanha, por ser um local ótimo para treinos. Existe também trilha, do topo do morro descendo até a entrada da cachoeira (e outras, podendo levar até o Morro Araçatuba), porém não é certo que estejam bem sinalizadas o ano todo, uma vez que é utilizada na época de corrida. A vista vale a pena. Pode se aproveitar também a bela cachoeira que existe no caminho para o topo do morro, cerca de 2km pela estrada de chão, é bem sinalizada a entrada da trilha da cachoeira (é uma trilha curta). O acesso fica logo após o posto da Polícia Federal, sentido Guaratuba/Garuva.

Que tal conhecer Garuva Acima?

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Para chegar à zona rural, é possível entrar em uma estrada de terra que fica cerca de 100 metros antes do pedágio ou virar à direita no semáforo (o único de Garuva), que chega à estrada rural de Cubatão.

No primeiro caso, em um quilômetro, chega-se à comunidade de Pedra Branca do Araraquara, passando ao lado da Ponte Submersa, em Guaratuba-PR que já é motivo de grande emoção, principalmente para as crianças.

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Ponte Submersa

O trajeto pode parecer complicado, mas o caminho é cheio de bananais e leva a vários riachos e lagoas, no caminho você pode parar e curtir a ponte pênsil no Rio São João. 

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Ponte pênsil no Rio São João

Inclua no roteiro uma parada no Pesque Pague e Lanchonete do Alemão, aberto de quinta à segunda é uma ótima opção para o seu programa em família, servem porções variadas e a la carte, destaque para o sushimi de tilápia.

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Pesque Pague e Lanchonete do Alemão

E na volta para casa ainda tem a famosa pedra da Judite, outro ótimo lugar para se refrescar e curtir a natureza.

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Pedra da Judite

Garuva Acima: Possui esse nome devido ao Rio Garuva que corta a localidade. Contam is antigos que há muitos anos, caiu uma árvore de Garuva (origem do nome da cidade), sobre uma parte estreita do rio que servia de ponto de referência para caçadores e pescadores, passando a chamar-se “Garuva Acima”. Até 1963 era conhecida como São João Acima. O bairro fica às margens da BR-101, interligada pela BR-376, entre Garuva e Curitiba, contempla as estradas coloniais “Otto Roder” e “Alfredo Elmer” que margeiam o Rio São João e também a plantação e produção de pupunha reflorestada, renomada na região. Fonte Garuvanet

Barra do Saí: A primeira praia de Santa Catarina

 

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Com uma beleza única, a Barra do Saí faz divisa com o município de Guaratuba e dá boas vindas ao estado catarinense. Do outro lado do rio o litoral paranaense continua com o mesmo nome, mas cada praia tem sua particularidade.

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Sem dúvida esta é uma praia eclética: reúne as tradicionais canoas de pescadores com embarcações de esportes náuticos, reúne o verde da mata nativa com a areia branca, a água doce do rio com a salgada do mar. É neste balneário que o rio Saí Mirim, que percorre toda a cidade, desemboca na imensidão azul. Assim, tem lugar para todas as atividades: banho, surfe, jet-ski, barcos, pesca, caiaque ou qualquer outra coisa que se possa imaginar.

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Em virtude disso, este é um dos destinos para aulas práticas de arrais amador, mestre amador e motonauta (jet-ski) da Navegar Cursos Náuticos de Curitiba. Conforme os instrutores, Nelson Cavalaro e Moisés Carvalho de Paiva, este é um ótimo local para ministrar as aulas, especialmente pela versatilidade. “Às vezes subimos o rio, às vezes vamos para alto mar”, conta Nelson, aposentado da marinha.
Para tirar carteira de arrais são necessárias aulas teóricas e 6h de aulas práticas.
Os amigos de infância da capital paranaense já conheciam Itapoá, mas no curso conseguiram perceber ainda mais as belezas naturais que os encantam. A Barra do Saí, segundo eles, tem grandes peculiaridades. Além dos novos encantos, saíram daqui com novos conhecimentos: no rio só se pode andar em baixa velocidade e, para fazer manobras, é preciso estar a 200 m da praia.
Só que a Barra vai além do encontro do rio com o mar. Na praia, por exemplo, as boas ondas para surfe são cartão postal. Por ser mais distante da área central do município, esta praia é mais procurada por veranistas que tem casa ou surfistas. Também, diferente da região central, os pontos de comércio não são tão frequentes. Uma boa dica é o açaí na tigela que pode ser apreciado em dois pontos diferentes: na beira da praia ou na beira do rio, na reserva de manguezal.
Depois do rio Saí Mirim, onde as embarcações de pescadores seguem para o mar, uma praia deserta ainda faz parte do município itapoaense.

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Conforme Carlos José Semtome, presidente da APREMAI e proprietário do Barra do Açaí, muitos surfistas vão até esta praia para aproveitar as boas ondas e, entre as dunas dessa área, visitantes andam de caiaque ou stand up entre a natureza intacta.