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Ovnis: litoral norte de SC e litoral paranaense tem certo destaque em número de avistamentos

Para o ufólogo Ademar José Gevaerd, pesquisador da área há 40 anos e fundador
e editor da revista UFO (única sobre ufologia no país), a região do litoral norte de Santa Catarina e litoral paranaense tem certo destaque pelo número de avistamentos.

27012015-ufoUFO triangular, nave avistada em Guaratuba as margens da baia

Augusta Gern

Não somos a única civilização do mundo. Há quem acredita, quem não acredita, quem afirma que já viu e quem chama isso de loucura. Independente das crenças e dúvidas uma coisa é certa: OVNIs (objetos voadores não identificados) são o foco de muitos estudos e teorias, e estão cada vez mais presentes nas discussões sociais, incluindo os municípios de Itapoá e Guaratuba.
Depoimentos de avistamentos na região não são poucos e até destacam a cidade itapoaense pela grande incidência, conforme o GPUSC – Grupo de Pesquisa Ufológica de Santa Catarina. Segundo Luiz Prestes Junior, presidente do grupo e morador de Itapoá, pesquisas revelam que no período de 20 anos já houve mais de três mil relatos na região.

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Os casos mais famosos, são os da estrada Cornelsen, acesso à cidade pelo estado paranaense, onde ocorreram fenômenos estranhos como luzes que perseguiram veículos, pane elétrica em carros e equipamentos eletrônicos, avistamento de seres a estranhos e objetos voadores não identificados.

Luiz Prestes Junior, presidente do grupo GPUSC – Grupo de Pesquisa Ufológica de Santa Catarina e morador de Itapoá.

Os casos mais famosos, segundo ele, são os da estrada Cornelsen, acesso à cidade pelo estado paranaense, onde ocorreram fenômenos estranhos como luzes que perseguiram veículos, pane elétrica em carros e equipamentos eletrônicos, avistamento de seresa estranhos e objetos voadores não identificados.
Porém, outros pontos também registram grande incidência de fenômenos: a divisa do município na região do Palmital, a avenida Atlântica na região do balneário Uirapuru (antigo Bamerindus), a região próxima ao rio no balneário Barra do Saí e a estrada que segue para a Vila da Glória. Em Guaratuba, apesar do número de relatos ser menor, o Grupo observou maior incidência na região interior da Baía de Guaratuba e no balneário Coroados.
De acordo com um artigo publicado pelo Grupo em dezembro de 2014, estão catalogando os avistamentos na região há 20 anos e desde 2012 realizam pesquisas de campo, com visitas aos locais de avistamentos, conversa com testemunhas, explorações, entre outras investigações para encontrar respostas para estes eventos. Com isso, observaram que pode existir uma mesma rota traçada por diferentes OVNIs: devido os relatos de avistamentos com as mesmas características em locais diferentes e em curto período de tempo, deduziram que tais objetos se deslocam por um determinado percurso.
Segundo a pesquisa na região, os objetos, em sua maioria, “surgem na região da capital paranaense e seguem passando pelos municípios de Piraquara, Morretes e Guaratuba no Paraná e posteriormente seguindo até a região de Joinville em Santa Catarina”. Já os objetos que surgem no litoral paulista, na maioria das vezes, seguem costeando o litoral até o norte catarinense.

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Ufólogo Ademar José Gevaerd, pesquisador da área há 40 anos e
fundador e editor da revista UFO (única sobre ufologia no país).

Para o ufólogo Ademar José Gevaerd, pesquisador da área há 40 anos e fundador e editor da revista UFO (única sobre ufologia no país), a região do litoral norte de Santa Catarina e litoral paranaense tem certo destaque pelo número de avistamentos. Em Itapoá ele destaca as estradas Cornelsen e a que segue para a Vila da Glória; já no litoral do Paraná os principais relatos estão na travessia da barca de Pontal do Paraná e Paranaguá para a Ilha do Mel. “Já conversei com muitos pilotos das barcas que afirmam que várias vezes já viram objetos estranhos próximos à água ou até mesmo na água”, conta.
Porém, isso não afirma que os OVNIs passam apenas nessas áreas. Gevaerd explica que eles estão em todos os lugares e em qualquer hora do dia. O fato de serem mais avistados nessas regiões pode ser justificado pela iluminação ser mais fraca e pelas próprias pessoas estarem mais predispostas ao avistamento, afinal, onde há mais discussão sobre ufologia, maior é o número de relatos: “você só sabe se tem alguma coisa se as pessoas estão contando”. O mesmo acontece pelo maior número ser durante a noite do que de dia: “eles acontecem o tempo inteiro, mas a noite um ponto de luz, um objeto, chama muito mais atenção”.

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Nave metálica avistada no céu de Curitiba – PR

Mas como eles são? Onde vivem? O que vêm fazer aqui? Essas perguntas são comuns em qualquer discussão sobre o assunto e também podem ser explicadas de forma muito natural, conforme Gevaerd.

Segundo o ufólogo, há mais de 60 anos nós mandamos naves para o espaço, começamos com naves não tripuladas e acabamos até a colocar o pé em outros ambientes. “Neste momento que nós estamos aqui, há dez, 12 máquinas no solo de Marte fazendo buracos, muitas outras na lua e outras em volta de outros planetas tirando fotografias”, fala. Ele explica que, da mesma forma que o ser humano atingiu uma maturidade tecnológica enquanto espécie desse planeta e quer saber o que está fora dele, outras civilizações também querem o mesmo. “Quanto mais tecnológica for a civilização, mais longe e com mais frequência ela vai pra fora da terra”, afirma.

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Ovni avistado nos céus da Amazônia.

E desafia: “Hoje nós conseguimos ir até Marte, mas só isso. E daqui há 100, 200 anos, o que vai acontecer? Com certeza teremos máquinas em outros planetas, com eficiência e mais segurança”.

Essa questão torna-se mais relevante quando descobrimos o número estimado pela ciência de sistemas estelares: 1 com mais 70 zeros atrás. “Então, se você observar o nosso sistema solar, são dez planetas e um tem vida. Se nos outros sistemas um a cada dez planetas tiver vida, ou a cada 100, ou se cada 1 milhão de planetas um tiver vida, ainda assim teremos um número espantoso de outras civilizações”, fala Gevaerd.
Em relação às visitas, o ufólogo explica que, como existem diferentes civilizações, com diferentes níveis de evolução tecnológica, eles têm diferentes objetivos. “Tem aqueles que estão passando por aqui e foram atraídos pelas ondas de ar, já há aqueles que vêm com interesses específicos, como os nossos minerais, nossos recursos biológicos, há outros que estão ligados ao nosso passado, ligados ao surgimento de vida no planeta”, afirma.

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Os objetos, em sua maioria, “surgem na região da capital paranaense e seguem passando pelos municípios de Piraquara, Morretes e Guaratuba no Paraná e posteriormente seguindo até a região de Joinville em Santa Catarina”. Já os objetos que surgem no litoral paulista, na maioria das vezes, seguem costeando o litoral até o norte catarinense.

Segundo ele, todos os povos que já habitaram a terra nos últimos 30 mil anos, entre todas as civilizações, tinham relatos de seres que vinham do espaço, que eles chamavam de deuses. “Até os índios brasileiros tinham um deus que falavam que vinha em uma canoa voadora”, conta.

O ufólogo os compara com os diferentes turistas que frequentam as praias de Itapoá e Guaratuba: são de diferentes fisionomias, diferentes lugares, diferentes culturas e visitam as cidades por diferentes razões.
Sobre o número de tipos ou espécies de extraterrestres, Gevaerd lamenta que a ufologia é muito informal e que não existem bancos de dados, mas recentemente foi lançado o livro Guia da Tipologia Extraterrestre que faz uma catalogação do tipo de seres que já foram avistados. “Alguns pesquisadores falam em torno de 40, outros de 70, mas acredito que são mais de mil tipos que já vieram, vem e ainda virão nos visitar”, fala.
A manifestação desses seres em nosso planeta pode ser classificada em seis categorias, conforme o Centro Brasileiro de Pesquisa de Discos Voadores (CBPDV).

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Nave triangular avistada na Bélgica.

A primeira é chamada de contato imediato de zero grau, onde o contato é a simples observação do objeto durante a noite ou dia. O contato imediato de primeiro grau é quando a observação é realizada a curta distância e se pode definir detalhes do objeto.
Já no contato de segundo grau é possível observar sinais de sua passagem, como vegetação queimada ou marcas no solo, e perceber que provocou perturbações em pessoas e animais.
O contato de terceiro grau ocorre quando é possível observar os tripulantes do objeto, mas sem qualquer comunicação. Quando há uma troca de informação ou comunicação, que pode ser falada, gesticulada ou telepática, ocorre o contato de quarto grau.
Já o quinto grau, e último na classificação, é o mais profundo entre os humanos e extraterrestres: trata-se do ingresso do observador no objeto, voluntariamente ou não. Gevaerd explica que nesta situação a pessoa pode ser convidada a entrar na nave ou ser abduzida contra a sua vontade, “mas nos dois casos são relatadas histórias com experiências riquíssimas”. Todo ano é realizado um fórum de contatados (pessoas que vivenciaram este contato de quinto grau) para troca de informações e experiências.Mas o que se deve fazer quando se avista um OVNI? Gevaerd orienta que a pessoa procure um ufólogo. “De preferência, se você já tiver intenção de vê-lo, ande com uma câmera fotográfica, mas se não for o caso ou não tiver tempo de registrar, é melhor que se fixe ao avistamento e se atente ao maior número de detalhes”, fala. Também, segundo ele, é importante que chame todos que estão perto, reúna o maior número de testemunhas e relate a experiência a um ufólogo.
Luiz Prestes, do Grupo de Pesquisa Ufológica de Santa Catarina, salienta a questão dos detalhes e o contato com o especialista.  Segundo ele, com o céu limpo é possível observarmos muitas coisas entre satélites, estações espaciais, chuva de meteoros e outros tantos fenômenos.  O pesquisador da área consegue diferenciar os fenômenos de OVNIs através de softwares que monitoram o céu e por características descritas, como a direção, coloração e velocidade.

Imagens cedidas pela Revista UFO

Matéria publicada na Revista Giropop Edição 25 Fevereiro/2015

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Terra Oca: Existe um outro mundo no centro da terra

Vivemos em uma região onde a energia é incalculável, existe um outro mundo no centro da terra e os portais para este novo mundo podem estar mais perto do que imaginamos.
Afirmações como essas podem ser assustadoras e até duvidosas para muitas pessoas, mas há quem acredite, estude e prove tudo isso.

Augusta Gern

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O Monte Crista em Garuva, o Canta Galo na Vila da Glória,
e o Castelo dos Bugres na Serra do Dona Francisca.
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Mirabel Krause.

Existe um alinhamento perfeito entre três morros de Santa Catarina, pontos que se tornaram chamariz para gente de diferentes crenças e culturas que buscam energia. O Monte Crista, em Garuva, o Canta Galo, na Vila da Glória, e o Castelo dos Bugres, na Serra Dona Francisca, formam um triângulo com distâncias exatas: são 21 km de distância entre o Monte Crista e os outros dois morros e, entre o Canta Galo e o Castelo dos Bugres, 32 km, formando a base da forma geométrica. Quem descobriu essa e outras curiosidades da região foi Mirabel Krause, blumenauense.

 

 

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Empresária em sua cidade natal, ela nunca acreditou que pudessem existir seres de outros planetas, até que teve contatos e uma prova incontestável da existência.
“Os contatos iniciaram através de um médium e, apesar de despertar o interesse sobre o assunto, fiquei na dúvida e pedi uma prova”, conta.
Mirabel lembra que eles marcaram um local e um horário e disseram que iriam aparecer em três naves, uma na frente e as outras duas atrás, formando um triângulo e sinalizando com as cores antes combinadas.
“Eu fui com mais cinco amigos e, mal chegamos ao local, as naves sobrevoaram por cima de nossas cabeças. Novamente, eles fizeram contato através do médium que estava comigo”, lembra.
Com isso, não apenas passou a acreditar como iniciou pesquisas sobre o assunto. As mensagens eram de seres que habitam o planeta Marduk, também conhecido como Nibiru ou Planeta X, para os espíritas. Após o episódio das naves, continuaram o contato de diferentes formas e Mirabel começou a transcrever as mensagens recebidas: apenas em 2010 foram transcritas cerca de 600 páginas. O material deu origem ao livro “Crônicas de Outro Mundo – Revelações dos Deuses Extraterrestres”. Mas além de seus contatos, foi atrás de pesquisas sobre a região.
O primeiro ponto surgiu do interesse em descobrir o porquê do Rio do Júlio, em Joinville, ser o local escolhido para o encontro em 2010 quando viu as naves.

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“Um dia eles me passaram algumas coordenadas que eu precisava localizar e fui parar na montanha Cambirela, em Palhoça. Foi um tempo de pesquisa até eu conseguir chegar lá e descobrir que aquele era um ponto de energia”, conta.

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A partir daí ligou a informação que próximo à Joinville existem montanhas místicas e percebeu o alinhamento entre elas. O rio do Júlio, por surpresa, também estava alinhado: “se continuarmos o traço do Monte Crista ao Castelo dos Bugres, vamos chegar ao rio”.
Com essa descoberta, muitas pessoas começaram a procura-la para conhecer esses pontos e ela constatou toda a energia presente. “Comecei a acompanhar médiuns ou pessoas guiadas por eles e percebi que havia uma energia diferente, algumas pessoas até entravam em uma espécie de transe”, conta.
Conforme ela, cada ponto representa um elemento da natureza: o Rio do Júlio representa a Terra, o Castelo dos Bugres representa o Ar, o Canta Galo o Fogo, o Cambirela a Água e, o Monte Crista, a Quinta Essência.

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Estrada para o Rio do Julio, Rio do Júlio representa a Terra
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Castelo dos Bugres representa o Ar
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Castelo dos Bugres
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Vista do Castelo dos Bugres | Naiara Santos
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Canta Galo o Fogo
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Cambirela a Água
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Monte Crista, a Quinta Essência.

trianguloenergetico17Porém, mais do que pontos energéticos, esses são locais que possibilitam a entrada dos portais para o outro mundo, segundo a pesquisadora. A partir de estudos mais documentais, Mirabel constatou que Raymond Bernard, escritor do livro “A Terra Oca”, esteve na região de Joinville e documentou a entrada para o outro mundo nesses pontos de energia.
“Ele veio fugido dos Estados Unidos pelas suas ideias revolucionárias e veio para esta região com o objetivo de criar uma comunidade alternativa. Todos o conheciam como Bernard, mas seu nome mesmo era Walter Siegmeister. Há registros de compra e venda de uma área na cidade de Barra Velha – SC para a criação dessa comunidade”, relata.
Porém, seus planos mudaram quando recebeu a carta de um descendente de Inca que afirmou ter encontrado um portal para outro mundo, Atlante.

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Raymond Bernard, escritor do livro “A Terra Oca”.

“Bernard mudou então completamente de ideia e renovou seu interesse em OVNIs, Atlântida, alienígenas, túneis subterrâneos e a ‘teoria da terra oca’. Ele acreditava que o Brasil possuía entradas para túneis que levavam a esta nova terra”, fala Mirabel.
Esta “carta do Inca” foi publicada na revista Americana Search Magazine, edição número 35, em março de 1960. A pesquisadora transcreveu os relatos e publicou um vídeo na página do youtube com o nome “Carta Inca – Terra Oca – Santa Catarina”.

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Almirante Richard E. Byrd

O livro de Bernard, “A Terra Oca – A Descoberta de Um Mundo. Anunciado como a maior descoberta geográfica da história feita pelo almirante Richard E. Byrd na misteriosa terra além dos polos – a verdadeira origem dos discos voadores”, foi publicado em 1969 e também pode ser encontrado na íntegra na internet.
No livro o cientista diz que a verdadeira base dos discos voadores se encontra num imenso mundo subterrâneo, cuja entrada é uma abertura no Polo Norte.
Ele acreditava que no interior oco da Terra vive uma super raça que não deseja manter contato com o homem da superfície; seus discos voadores somente foram lançados depois que o homem ameaçou o mundo com as bombas atômicas.
Na página 218 do livro é possível encontrar um relato sobre esta região de Santa Catarina:
“Um dos primitivos colonos alemães de Santa Catarina, no Brasil, escreveu e publicou um livro em alemão antigo, tratando do Mundo Subterrâneo e baseando-se para isto em informações dos índios. O livro descreveu a Terra como sendo oca, com um sol no seu centro. O interior da Terra foi dito ser habitado por uma raça de frugívoros, livres de doenças, e de vida muito longa. Este Mundo Subterrâneo, o livro afirmava, era ligado à superfície por túneis, que se abriam principalmente em Santa Catarina e regiões limítrofes do sul do Brasil”. Em seguida, Bernard fala que este autor dedicou quase seis anos de investigação aos estudos dos túneis misteriosos que entrelaçam o estado, construídos provavelmente por uma raça antiga que queria alcançar as cidades subterrâneas. E complementa: “Numa montanha, perto de Joinville, o canto coral dos homens e mulheres atlantes tem sido ouvido repentinamente – também o ‘Canto do Galo’, que é a indicação da existência da abertura de um túnel que conduz a uma cidade subterrânea. O canto não é produzido por um animal, mas provavelmente por alguma máquina”.
Segundo Mirabel, o autor do livro faleceu em Joinville. Referente aos seus relatos, a pesquisadora conta que foi conversar com antigos moradores da região, os quais também relatam sobre as possíveis cavernas.

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O que eles dizem  por aqui

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Luiz Prestes Junior, presidente do Grupo de Pesquisa Ufológica de Santa Catarina

Conforme Luiz Prestes Junior, presidente do Grupo de Pesquisa Ufológica de Santa Catarina, há muitas teorias com relatos de civilizações antigas de que existem seres vivendo no centro da Terra. Ele acredita que possam sim existir túneis ou bolsões em baixo da terra e afirma que o número de avistamentos de naves que entram e saem da áua, no caso o mar, e de montanhas é grande.

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Helias Barros Correa, morador da Vila da Glória

Segundo Helias Barros Correa, morador da Vila da Glória, comunidade pertencente ao município de São Francisco do Sul, existe uma lenda onde dizem que um galo canta a noite em cima do morro, por isso recebeu o nome de Cata Galo. Para ele isso não passa de histórias para que as pessoas preservem o meio ambiente e não subam no morro a qualquer hora, mas: “histórias fazem parte do folclore e precisam ser levadas pra frente”. Segundo ele, na década de 40 um alemão ficou meses pesquisando a região e suas histórias.

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João Gonçalves Batista, mais conhecido como Jango,
nasceu na região do Canta Galo

João Gonçalves Batista, mais conhecido como Jango, nasceu na região do Canta Galo e também lembra algumas lendas. Alguns barulhos a noite os incomodavam: “Antigamente tinha um assovio que passava a noite, diziam que era para avisar que ali tinha ouro”. Ele recorda que sua mãe contava histórias que os donos das terras enterravam ouro e, ao lado, um negro para cuidar do tesouro. “O assovio seria do negro para mostrar onde está o ouro e se libertar”, conta. Outra coisa que diziam é que na região havia lobisomem: a noite os cachorros avançavam e brigavam muito, mas eles não viam nada.
Em relação ao morro, Jango afirma que nunca foi lá, mas os filhos já subiram e viram que existe um túnel depois de uma gruta. Ele conta também que quando pescava à noite na Baía da Babitonga, às vezes via uma luz que saía dali em direção ao morro.
“Algumas pessoas falavam que era o Boi Tatá, outros que era sinal de ouro, mas não sei realmente o que é”, diz. O que Jango tem certeza é de que tudo isso, todas as magias e mistérios da natureza (presentes em todas as coisas lindas que existem), são obra de Deus, mesmo não sabendo como foram feitas.

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José Scussel, responsável pela pousada Monte Crista. (in memorian)

Em relação ao Monte Crista, José Scussel, responsável pela comunidade que beira a montanha, fala que o Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo constatou que nesta região não existem cavernas pela formação geográfica, mas que a escadaria do Morro antecede a época Colombiana.

Matéria publicada na Revista Giropop – Edição 25 – Fevereiro/2015

Ufologia: Sim, o céu de Córdoba está habitado

Eu e meu marido chegamos em Capilla del Monte pela primeira vez em novembro de 2014 por recomendação de amigos, estávamos em busca de um lugar tranqüilo para descansar. Ao chegar lá qual não foi a nossa surpresa, encontramos uma cidade turística nas montanhas de Córdoba que recebe turistas de vários lugares do mundo e com diferentes objetivos. Há cético, religioso, místico, curioso, cientista.
Alguns buscam as belezas naturais, outros a tranqüilidade das montanhas, outros terapias alternativas para melhorar a qualidade de vida, mas o que realmente chama a atenção é a manifestação de luzes no céu.

Kéllin Martins

Avistamento de Ovni

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É muito comum ocorrer nas proximidades da serra Uritorco avistamento de luzes e naves. Contactados como Ariel Pro, “Vigilante do Céu”, e Ricardo González “Legado Cósmico”; e Ezequiel Martinez “El vuelo del águila” nos põe mais próximos desta realidade através de suas atividades de meditação e em conferências onde apresentam fotos, vídeos e relatos de experiência.
Ambos alertam de que devemos ter cuidado antes de dizer que avistamos um OVNI, há que se fazer uma análise da constelação e dos objetos voadores humanos (avião, satélite, etc.) para depois dizer que avistou uma nave espacial.

Uritorco

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Pudemos notar de que há dois tipos de trabalhos acerca deste fenômeno: um que visa lucro e outro que difunde a importância de um contacto que nos ajude a elevarmos a consciência para que tenhamos condições de melhorar o equilíbrio do planeta.
Uma ocorrência bem famosa em Capilla foi quando um grande investigador e jornalista, Jorge Alberto Suárez, era entrevistado pela TV Pública Argentina e o câmera quando focalizava o Uritorco captou o sobrevôo de um OVNI, o qual somente foi observado na edição do material. Quem tiver interesse em assistir poderá buscar no youtube, o material é aberto (https://www.youtube.com/watch?v=iaap2RzzGSI).

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Há em Capilla del Monte um Centro de informações de OVNI (El Centro de Informes OVNI), o qual iniciou suas atividades em 1998 a pedido de muitas pessoas, depois do caso em 1986 da Huella del Pajarillo. Este Centro tem por objetivo manter o equilíbrio e fazer que a informação seja de qualidade e com rigor cientifico. Oferece assessoramento, informativos, é uma instituição sem fins lucrativos e aberta ao público.
Huella Del Pajarillo
O fato que ganhou fama mundial ocorreu na propriedade rural da família Gomes, foi testemunhado por habitantes, investigado e analisado por especialistas, os quais trouxeram informações contundentes da presença de uma grande nave que provocou um incêndio de cima para baixo, em um diâmetro de 120 x 65 m área que ficou com grande porcentagem magnética, onde os animais e insetos sofreram um processo de mumificação. Hoje o Cerro Pajarillo é visitado para meditação, contacto e avistamentos para grupos fechados, pois é uma propriedade particular.

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Cerro Uritorco

Aqui o que temos é um pórtico energético

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Maria Helena Miura, higienista, 71 anos.

No jardim de minha casa há sofás e camas e você pode deitar e ver que o céu se move, está aberto para quem queira, e se quiser ver tem que vir e experimentar. Eu tenho experiências aqui muito bonitas, temos conexões que não são possíveis em outro lugar, ou seja, você senta a meditar e tens experiências espirituais.
Sai à noite e vê que há luzes muito diferentes das que tem em outro lugar, não somente há estrelas, há planetas, mas está habitado o céu de Capilla Del Monte, pois se vê movimentos todo o tempo.
Minha experiência pessoal – , uma noite saí no jardim, senti uma explosão e vi uma luz tremenda no Uritorco (Monte), uma luz impressionante que todos pensamos ser extraterrestres, mas na verdade tinha caído um raio e estava queimando tudo e o que víamos eram chamas. Assim como vimos que as chamas iluminavam todo o céu, imediatamente, começou uma chuva torrencial sobre o Uritoco, e se apagou tudo em 15 minutos e quando acabou o fogo, acabou a chuva.

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Cerro Pajarillo.

Como isso, houve também um incêndio florestal em novembro, que é pleno verão e faz muitíssimo calor, nevou e apagou tudo. As mágicas da natureza destes lugares dizem que vem de baixo e de cima. Eu não sou uma especialista, simplesmente olho e fico maravilhada, o que sentimos e vimos todos os habitantes de Capilla vão contar a mesma história com diferença de 5 minutos.
Eu estava com um cantor famoso comigo, todos gritaram “fogo, fogo”, e quando os bombeiros estavam preparando-se para sair, choveu, mas não choveu sobre o povoado e sim sobre o Uritorco. Igualmente quando nevou, somente nevou sobre o incêndio florestal. Vivemos esta magia todo o tempo.
Recentemente ocorreram muitas tormentas de vento de água em muitas cidades vizinhas, casa ficaram cobertas de barro, mas aqui não aconteceu nada. Capilla tem proteção de anjos e isso nós vivenciamos todo o tempo.
É muito comum que você esteja caminhando e meditando e de repente ocorra um resplendor e você veja um ser de luz. Você vê a aura das pessoas aqui, isso é normal.
Se você começa a se concentrar e estar em um estado especial de introspecção vai perceber que tem uma conexão angélica muito importante. Há uma conexão telepática muito forte.
Eu indico limpar o corpo para que todos possam captar esta vibração. Porque quando uma mãe pari um filho ela dá a luz, e temos que ter um corpo limpo e puro para que seja possível se refletir a luz.

Os extraterrestres são uma essência

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Javier Nepomnuaschy, naturalista, 44 anos

Os extraterrestres antes de ser matéria como uma luz ou uma nave no espaço são uma essência. E quando se manifestam como luzes no céu ou muitas outras maneiras se manifestam por necessidade pois sabem que a pessoa que vê está necessitando desta experiência. Porém há muitos avistamentos que são falsos. Qualquer pessoa pode ver uma nave em qualquer ponto do planeta.
Penso que a primeira coisa que uma pessoa deve levar em conta quando começa a sua busca espiritual é sua própria alma e seu ser interno, e se a pessoa tem muita ambição de ver algo é porque não está muito focada em sua essência, há um desvio devocional, porque a devoção profunda é por um Ser único, isso que na realidade não tem nome, não há um nome preciso ao que chamamos de Deus.
Geralmente para se conectar com um ser superior pode estar com uma ausência total de expectativas, pois se estiver com ansiedade ou curiosidade verá luzes, mas será fruto de sua fantasia, a exemplo, um grupo estava em um morro esperando ansiosamente a presença de uma nave e quando surgiu uma luz no céu, todos caíram de joelhos, mas as luzes que vinham uma atrás da outra eram os faróis dos carros na estrada, isso é recorrente.
As pessoas se maravilham olhando um satélite, um avião, ou há naves que são expressões da vida astral são de baixa vibração e se apresentam para satisfazer ambições pessoais. Por isso o primeiro lugar onde devemos contactar um extraterreste é em nosso coração, é no espírito e em silêncio. Eu me sinto muito mais conectado deitado em minha cama do que quando se manifestam luzes.
Não deveríamos esperá-los para satisfazermos nosso ego mas para a evolução deste planeta. Realmente estamos encarnados para servir, para doar e não para esperar algo para nós. Muitas pessoas que estão na busca espiritual acreditam que estamos neste planeta para ser “felizes”, e na verdade somente seremos felizes nas questões pessoais, pelas nossas conquistas, pois quando perguntamos a alguém o que é ser feliz nos diz, conquistar tal e tal coisa.
Na realidade estamos aqui para harmonizarmos a vida, não estamos para pedir senão para dar, por que se não for isso Jesus se equivou, e não sabia nada; São Francisco não sabia nada; Buda não sabia nada; Krishna não sabia nada. As pessoas ficam buscando extraterrestres, mas eles já estiveram aqui encarnados, nos disseram o que teríamos que fazer e nós não demos importância, agora seria o momento de darmos a eles um pouco de bola, como dizemos nós argentinos, prestar mais atenção. Como vocês sabem, seguramente, toda situação é perfeita, todo encontro de alma é perfeito, e a nível das almas não há diferenças somos iguais. Eu não tenho a verdade, sou um ignorante a mais, um pecador a mais, estou aprendendo muito senão não estaríamos aqui encarnados, realmente se estamos novamente aqui neste planeta é porque não temos nos comportado bem, salvo se fomos hierarquias encarnadas, nunca se sabe.

A cidade intraterrena de Erks

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Serra de Uritorko.

Mito ou realidade se acredita que abaixo da serra Uritorco, e em suas imediações, há uma cidade intraterrena denominada Erks, e o avistamento de naves estaria relacionado com esta cidade. Erks atua como centro espiritual sendo Uritorco uma serra sagrada, e seu significado seria Encontro dos Remanescentes do Kosmos Sideral – ERKS.
Há muitos livros sobre este tema, La tierra hueca, de Hector Antonio Pico; Las Luces de Erks y las ciudades subterráneas, de Ricardo González e Roberto Villamil; Erks: Mundo Interno, de Trigueirinho, dentre outros.

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Orbs à esquerda do sol em Los Terrones

Muitas pessoas visitam Capilla de Monte buscando a cidade intraterrena e os efeitos benéficos e espirituais que esta cidade poderia proporcionar. A cidade de Erks está em 4ª dimensão e pode ser contactada através da meditação e oração. Podem se manifestar de diferentes formas, sendo: luzes brilhantes, naves, orbs, pessoas de túnica ou chama de luz azul. É possível captar estes seres com uma máquina fotográfica comum, porém os equipamentos profissionais e as câmeras de segurança nos apresentam imagens incríveis.

 

O que a ciência nos diz
Uma explicação científica revela que devido a grande quantidade de pirita e quartzo existentes nas profundidades do Uritorco, produzem uma série de alterações eletromagnéticas nas bússolas, gravações e instrumentos de aeronaves que realizam vôos comerciais naquela região.