Projeto empodera e incentiva mulheres a empreenderem

Cansada dos machismos diários e lembrando seu esforço para conquistar espaço na profissão, a designer de moda e empreendedora Mara Novaes Lanave, de Itapoá (SC), criou o projeto “Dela pra Elas” – que tem como propósito criar logotipos para ajudar mulheres a serem mais independentes em seus negócios.

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Mara Novaes Lanave é designer de moda, empreendedora e feminista. Na imagem, uma de suas estampas para pano de prato.

Ana Beatriz Machado Pereira da Costa

Ao longo de sua vida, Mara ouviu por diversas vezes que não conseguiria ser uma mulher bem-sucedida. “Ouvia absurdos que eram proferidos, inclusive, por outras mulheres. Coisas do tipo ‘você não é capaz nem de comprar um pão com seu próprio dinheiro’ me deixavam tristes e faziam com que me sentisse burra”, recorda. Mas o tempo passou e ela formou-se em Design de Moda, tornou-se estilista e ilustradora de estampas, trabalhou para grandes marcas, como Zara, Renner, C&A, Levi’s e Brooksfield, criou a marca Pássaro Digital (com ilustrações digitais, artes para estampas, identidade visual e papelaria personalizada), o Studio Personaliza (com foco em produtos personalizados para festas) e, há pouco tempo, tornou-se empresária, com a Lanave Embalagens.
Ainda assim, sofria certos machismos diários. “Uma mulher empreendedora enfrenta situações que um homem empreendedor desconhece. Muitas vezes chegam à loja e me perguntam ‘onde está o dono?’, descartando a possibilidade de que eu também seja a dona”, fala. Empática com outras do mesmo gênero, tem apenas funcionárias mulheres. “Exceto na força, a capacidade intelectual e a dedicação de uma mulher em seu trabalho são iguais ou até melhores que de um homem”, diz. Contudo, Mara desejou fazer ainda mais pelas mulheres.

Dela pra elas

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Lembrando seu esforço para conquistar espaço e obter sucesso na profissão, a designer desejava criar um projeto onde pudesse ajudar, de alguma maneira, outras mulheres a serem mais independentes em seus negócios. Mas as questões eram muitas: como poderia ajudar, incentivar, dar ânimo, algo que faça essa mulher sonhar, empreender e realizar? “Então, notei que muitas de minhas clientes eram artesãs, confeiteiras e outras tantas profissionais excelentes, mas seus trabalhos não apresentavam identidade visual”, lembra Mara, que encontrou a solução: desenhar os logotipos que usariam em seus negócios. Em outras palavras, transformar o que estava em seus pensamentos em algo real, mais concreto e afetivo.
Assim, nasceu há cerca de um ano o projeto voluntário “Dela pra Elas”, com o intuito de empoderar mulheres empreendedoras, garantindo a decisão sobre seus negócios e suas vidas. Após a criação dos primeiros logotipos, a iniciativa fez sucesso entre as empreendedoras do município de Itapoá. A criadora explica: “Parece um simples desenho, mas gera motivação para que a mulher continue a batalhar pelo seu espaço. Além disso, o projeto tem um pilar afetivo, pois desejo, de todo o coração, que essas mulheres apresentem um trabalho mais bonito e se deem bem”.

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Resultados positivos
Entre as inúmeras profissionais de Itapoá beneficiadas com o projeto, ou seja, que ganharam logotipos para seus negócios, estão Julyana Satie da Silva, da “Julyana Satie Brigadeiros”, Jamille Franco, das “Delícias da Jama Diet”, e Wal Garcia, do “Wal Garcia Atelier”.
Julyana conta que sempre teve receio de tentar algo, por medo de falhar. “Dede que comecei a fazer doces com o dom que Deus me deu, a Mara sempre acreditou em mim e nunca me deixou desistir. O que deixou minha logo ainda mais especial foram o carinho e o amor que ela depositou em sua criação”, fala. Para Julyana, Mara é exemplo de força e determinação, e realiza um trabalho muito importante ao encorajar mulheres de Itapoá.
Já Wal, conta que o momento em que o projeto “Dela pra Elas” apareceu foi bastante oportuno, pois se encontrava desanimada com suas vendas no município. “Quando ela disse que faria minha logo, foi como tomar um ‘chá de ânimo’. Desde que ganhei uma arte para meu negócio, fiquei com um sentimento bom e, consequentemente, transferi isso para meu trabalho”, conta. Pelo simples fato de ganhar uma “cara nova” em sua página, Wal aumentou sua rede de clientes e contatos.
Não diferente das outras profissionais, Jamille também se diz incentivada por Mara, desde quando cogitou a montar um negócio até a criação de sua logo e seu cardápio. E complementa: “Mais do que uma designer, ela é o incentivo em pessoa. É um ser humano ‘mara’, como o próprio nome já diz”.

Vínculo
Por realizar esse trabalho de forma gratuita, Mara confessa que já ouviu críticas de profissionais que têm como ganha-pão a criação de logotipos e artes em geral. “Àqueles que se chateiam com as criações, tento explicar que essa ação acontece como a ponta de um sonho que se inicia. Mesmo que eu me dedique para cada logotipo, tenho qualidades e intenções diferentes daqueles que vivem desta atividade”, explica.
Mais do que conhecer seu trabalho, saber dos seus sonhos e gostos e desenvolver um desenho, Mara criou vínculo com todas as mulheres do projeto “Dela pra Elas”. Assim como a doceira Julyana, muitas procuram a designer até hoje para pedir opinião ou dar um conselho a respeito do trabalho. Para Mara, fortalecer estes laços é multo importante: “As mulheres precisam ser mais unidas, solidárias e empáticas umas com as outras. É essa a mensagem que pretendo passar com o projeto. Uma mensagem ‘dela pra elas’”.

É mulher, tem o sonho de empreender e precisa de um logotipo para seu negócio? Entre em contato com Mara através do perfil “Mara Novaes Lanave”, no Facebook.

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Laurita da Silva, uma empreendedora de sucesso

Como sugere o significado de seu nome (“loureiro símbolo de honra e vitória”), a trajetória de Laurita da Silva (63) também é marcada por vitória.
Depois de passar por dificuldades, deu a volta por cima e abriu seu próprio negócio. Hoje, a Laurita Center Mega Store possui nove unidades pelos
estados do Paraná e Santa Catarina e, acompanhada dos filhos, Laurita tornou-se
referência enquanto mulher empreendedora.

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Laurita da Silva é criadora da rede de lojas Laurita Center Mega Store, espalhadas pelos estados do Paraná e parte de Santa Catarina.

Ana Beatriz Machado Pereira da Costa

Nascida em Campo Mourão (PR), passou a residir na capital paranaense em 1983, já casada e mãe de quatro meninos. Nos fundos de seu quintal mantinha uma pequena empresa de confecção de roupas para academias e lojas de shopping. No ano de 1990, ela divorciou-se – um ato de coragem para a época. “Quando isso aconteceu, fiquei com os quatro filhos e uma maquininha de costura que não tinha sequer motor. Depois de quitar um consórcio, optei por comprar uma máquina de costura overloque ao invés de uma motocicleta, para poder continuar trabalhando”, recorda. Já em 1991, seu filho mais velho foi diagnosticado com leucemia e, depois de contrair meningite, veio a falecer no ano seguinte.
“Foi uma fase sofrida, pois em um curto período de tempo me divorciei, perdi um filho e, com a chegada do plano real, a demanda na confecção diminuiu consideravelmente”, conta. Em busca de novas oportunidades, mudou-se com os três filhos para Matinhos (PR), onde moravam alguns familiares, com a pretensão de praticar o que aprendeu em um curso de confeitaria.

Novos ares
Chegando ao litoral, junto do filho mais novo, iniciou uma pequena fábrica de gesso, que não deu certo. Ainda assim, não desistiu: “Desejava abrir uma loja de ‘tudo um pouco’, pois a cidade necessitava de produtos variados, mas não tinha capital inicial para tal.
Então, um de meus filhos contou desse meu sonho para um distribuidor. Felizmente, ele fez uma proposta muito boa: forneceu a mercadoria para eu quitá-la conforme as vendas”, recorda.
Assim, em 1998, com uma pequena quantidade de mercadoria consignada, nasceu a primeira loja Laurita Center Mega Store – um ponto comercial de 30 m², que vendia artigos de 1,99 e peças de gesso

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A primeira loja inaugurada por Laurita,
em Matinhos, no ano de 1998.

Família
De lá para cá, Laurita realizou o sonho da casa própria e o negócio cresceu com a ajuda dos filhos – Gabriel Fernando, Alexandre Cristiano e Paulo Henrique – que, nas palavras da mãe, “tomaram gosto pela coisa”.
Com o casamento dos rapazes, cada um deles passou a ser dono de uma filial em determinada região.
Além dos filhos, a matriarca da família também vem expandindo as lojas que estão sob sua responsabilidade. Atualmente, são nove unidades da Laurita Center Mega Store espalhadas pela região do litoral paranaense, como Matinhos, Guaratuba, Pontal do Paraná e Paranaguá, além de duas lojas no município litorâneo de Itapoá, norte de Santa Catarina.
Muito bem abastecidas com “um pouco de tudo”, o conceito da rede de lojas é que o cliente possa sair delas com tudo o que precisa, desde itens infantis até artigos para cama, mesa e banho.
Para ampliar o mix de produtos e buscar o que há de novidade no mercado, a família da Silva visita feiras e realiza diversos cursos no Sebrae.
Contudo, creditam boa parte do sucesso da rede de lojas aos mais de 300 fornecedores, cerca de 160 funcionários – muitos deles, presentes desde o início dessa trajetória – e inúmeros clientes.

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Hoje, a família aumentou e também faz parte dos negócios.
Laurita e seus netos e ao lado de um casal de amigos e seus filhos e noras.

Triunfo
As conquistas não param por aí: depois de ganhar elevador de acesso para pessoas da terceira idade, uma das lojas Laurita Center Mega Store de Itapoá será ampliada em breve.
Hoje, Laurita se declara satisfeita com os frutos de seu trabalho e apaixonada pelo que faz: “Adoro escolher as mercadorias, fazer as compras, expor os produtos, decorar as lojas, atender os clientes e gerenciar a equipe. Acredito que o visual e até mesmo o cheiro da loja são essenciais para que os clientes sintam-se bem dentro dela”.
Além de trabalhar, a empresária gosta de curtir os filhos e netos, praticar exercícios físicos e viajar – inclusive, nos roteiros dentro e fora do Brasil encontra inspiração, como, por exemplo, para as vitrinas ou iluminação das lojas.
Em setembro deste ano, a Laurita Center Mega Store completa 20 anos de muito suor e trabalho. “Creio intensamente no poder de Deus e, antes de qualquer passo, oro e peço a Ele. Sempre fui uma mulher de palavra e de honrar meus compromissos”, conta Laurita, uma referência enquanto empreendedora, mãe e mulher.

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Laurita e o gerente da loja na Avenida Celso Ramos em Itapoá, Ronaldo Camargo.

Voluntárias doam corações e ajudam mulheres com câncer de mama

Lidar com a perda do seio para o câncer de mama é algo extremamente difícil para muitas mulheres que, após a mastectomia, sentem dor física e psicológica. Mas, simples almofadas em formato de coração foram desenvolvidas exclusivamente para ajudá-las a ter mais conforto e a se sentirem mais acolhidas nessa fase delicada.
Pensando nelas, um grupo de voluntárias do município de Itapoá (SC), se uniu para doar amor e lindos corações de tecido às mulheres que lutam contra o câncer de mama. Alvina Vieira, Marli Colin, Sueli Carijo, Suely Magalhães e Maria Batista, mais conhecida como Ica, são parte do grupo “As Amorosas de Itapoá”.

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Da esquerda para a direita, Marli Colin, Sueli Carvalho,
Maria Batista Dias (a Ica), Alvina Vieira e Suely Magalhãs –
parte do grupo As Amorosas de Itapoá.

Ana Beatriz Machado Pereira da Costa

No ano de 2009, dona Alvina foi diagnosticada com câncer de mama. Após a mastectomia (cirurgia de retirada da mama), um detalhe, em especial, chamou-lhe a atenção: “Na cidade de Joinville (SC), onde realizei o tratamento, ganhei uma almofada em formato de coração, que me ajudou a apoiar o braço, aliviar as dores e a dormência do pós-cirúrgico, reduzir o inchaço linfático provocado pela cirurgia, diminuir a tensão nos ombros e, quando usada debaixo do cinto de segurança do carro, proteger de eventuais golpes”. Os anos passaram-se, dona Alvina foi curada e pôde devolver sua almofada para que outras pacientes fizessem uso da mesma, mas aquele simples gesto a marcou para sempre.
Já participando das aulas de yoga do programa SCFC (Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo), ofertado pelo CRAS (Centro de Referência da Assistência Social) de Itapoá, dona Alvina fez amizade com Marli, Suely, Ica, Sueli e outras tantas. “Ela contou-nos sua luta contra o câncer de mama e sugeriu que nós participássemos desse projeto, que acontece em todo o Brasil, e ajudássemos mulheres diagnosticadas com câncer de mama em nosso município. Imediatamente, abraçamos a ideia e passamos a estudar sobre o tema”, recorda Ica.

Dona Alvina, que já venceu a batalha contra o câncer de mama,
posa com a Almofada do Coração.

Folheto explicativo sobre o uso da almofada.

Almofada de amor
Em contato com voluntários de Joinville, Alvina teve acesso ao projeto das almofadas, que são confeccionadas com cuidado. “Para ser ergonômica, a almofada tem medidas certas e a quantidade de enchimento certo – por isso, é pesada em uma balança de precisão. A costura deve ser específica porque senão fica desconfortável”, explica. O tecido também deve ser 100% algodão e o enchimento deve ser com fibra antialérgica.
O trabalho voluntário iniciou em maio de 2017 e contou com a ajuda de cerca de 20 mulheres, em sua maioria aposentadas e com aptidão para artesanato. Valores simbólicos, tecidos, fibras e outros materiais foram doados por empresas e comerciantes de Itapoá. O ponto de encontro para guardar o material arrecadado e confeccionar as almofadas tornou-se a residência de Suely Magalhães. “Descobrimos qual era o forte de cada uma do grupo e definimos as funções: algumas cortam o tecido, outras preenchem a almofada, umas costuram e por aí vai”, explica a anfitriã.
Tudo é pensado nos mínimos detalhes: as voluntárias também criaram embalagens e folhetos explicativos sobre o uso da almofada, que foi batizada de “Almofada de Amor”. Marli, uma das voluntárias, explica a origem do nome: “É muito mais que algo material. Ela proporciona apoio físico e psicológico, já que traz à paciente lago para abraçar como um símbolo de solidariedade”.

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Semanalmente, as voluntárias reúnem-se para confeccionar almofadas que ajudam no tratamento contra o câncer de mama.

Doações
Em apenas seis meses, o grupo confeccionou 103 almofadas. Para realizar a doação das mesmas, escolheu o mês de outubro, que lembra o câncer de mama com a campanha Outubro Rosa. Para isso, as voluntárias atuaram em parceria com a Secretaria de Saúde de Itapoá, que realizou o levantamento de mulheres diagnosticadas com câncer de mama no município. Os dados surpreenderam: em outubro de 2017, havia 32 pacientes em Itapoá. “Mas queríamos mais que simplesmente fazer a doação das almofadas. Queríamos conhecer essas mulheres, ouvir suas histórias e oferecer carinho a elas”, fala Sueli Carijo.
E assim aconteceu: por intermédio da Secretaria de Saúde, as amigas organizaram, em cada unidade do PSF (Posto de Saúde da Família) de Itapoá, rodas de conversa com as pacientes. Suely Magalhães recorda: “Em cada bairro, vivemos diferentes emoções. Choramos, sorrimos, nos entristecemos e comemoramos. Mas estávamos todas lá, sempre juntas. Simbolizando apoio e fortalecimento àquelas mulheres”.
Através de amigas que intermediaram doações, as Almofadas do Coração também chegaram a pacientes de outros lugares, como Joinville (SC), Guaratuba (PR), Florianópolis (SC), Blumenau (SC) e Rolândia (PR). Suely Magalhães, que já tinha conhecimento de uma ONG em Londrina (PR), fez sua entrega pessoalmente, onde o grupo de voluntárias recebeu uma música em sua homenagem; bem como a colega Sueli Carijo, que visitou a Santa Casa de Ponta Grossa (PR), onde doou almofadas e emocionou-se com a história dessas guerreiras.

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Para realizar as doações das 103 almofadas confeccionadas, As Amorosas realizaram rodas de conversa.

Projetos futuros
Após muito trabalho e fortes emoções, o grupo de amigas intitulou-se “As Amorosas de Itapoá”, uma vez que a palavra é dividida por “amor” e “rosa” – cor que simboliza a luta contra o câncer de mama. As Amorosas receberam doações de camisetas que, em breve, serão estampadas com o logotipo do projeto.
O grupo, que participou de um passeio ciclístico promovido pelo PSF de Itapoá, tem em vista outros projetos. “Vamos organizar pontos de coleta de lenços, gorros, chapéus e bonés – acessórios que fazem a diferença na vida de pacientes com câncer. Também buscamos o apoio de uma advogada que possa levar informação às pacientes, pois, apesar do crescimento do número das acometidas pela doença, a falta de informação faz com que não tenham conhecimento dos direitos especiais citados na legislação”, conta dona Alvina, que já esteve desse mesmo lado.
Além das cinco entrevistadas, as voluntárias Adelina, Angélica, Elizabete, Eliete, Eusa, Marisa, Odete, Oliria, Marlene e Eliana, e as apoiadoras Silvia, Janaína, Licélia e Flávia também formam o grupo As Amorosas. Chá beneficente, Dia da Beleza, Desfile de Moda e palestras de prevenção são outras ações que planejam para o decorrer do ano. “Acreditamos que o câncer de mama merece visibilidade o ano todo, não somente durante o mês de outubro, pois dados comprovam que, se detectado na fase inicial, as chances de cura podem chegar até a 100% dos casos (Fonte: Instituto Brasileiro de Controle do Câncer)”, explica a amorosa Ica.

Trabalho voluntário
Nas reuniões semanais na casa de Suely Magalhães, As Amorosas trabalham, tomam café e divertem-se com as amigas. Exercer essa atividade tem, para elas, bons significados tanto para quem recebe quanto para quem doa. A amorosa Marli acredita que a ação beneficente é uma forma de crescimento pessoal e espiritual, enquanto a amorosa Sueli Carijo afirma que ajudar o próximo é gratificante e gera motivação, e complementa: “enquanto ajudamos o outro, ajudamos a nós mesmos”.
A luta contra o câncer não é fácil, portanto, as Almofadas do Coração representam autoestima, força e amor – intenções que As Amorosas sempre mentalizam em cada doação. Por fim, a amorosa dona Alvina conclui: “Queremos que as mulheres que recebam nossos corações sejam felizes e tenham fé. Isso foi a melhor coisa para mim”.

Deseja tornar-se uma voluntária ou contribuir com doações de lenços, chapéus, tecidos ou outros materiais? Entre em contato com a amorosa Marli através do WhatsApp
47 99930-0837 ou da amorosa Suely Magalhães através do WhatsApp 43 98406-8035.