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Bin Laden: A barba de Histórias

Augusta Gern

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Ao invés de bombas, papéis. Ao invés da cara amarrada, muita simpatia. É assim que a vida de Bin Laden segue em Itapoá, uma rotina tranquila e feliz aliada à publicidade de 15 empresas com a panfletagem. Desde que chegou ao município o apelido faz parte da vida de Ivo Ribeiro de Freitas, 61 anos. Não poderia ser diferente, em outras cidades também era conhecido como Raul Seixas e Enéias.

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O motivo de todos os apelidos é claro: há 38 anos Ivo preserva a barba no rosto. “Ela já foi um pouco mais curta, mas nunca o vi sem barba”, conta a esposa Maria Aparecida.
Naturais de Lages, o casal está em Itapoá há 11 anos. Antes daqui, a capital paranaense era o lar. “Estávamos com um pouco de dificuldade em Curitiba e minha irmã nos convidou para morar na praia”, lembra Maria Aparecida. Antes mesmo de terem certeza do que fazer, um dia o caminhão de mudança chegou em frente à casa e vieram para a praia, sem nem mesmo conhecer o caminho.

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O início não foi fácil. Em Lages e Curitiba Ivo trabalhava em grandes empresas como vendedor, aqui começou limpando lotes. Porém, não foi por muito tempo. Há 11 anos foi convidado para fazer panfletagem e, desde então, nunca parou. O convite se tornou profissão.
Hoje são 15 clientes fixos e uma coleção de camisetas promocionais que já ultrapassa 70. A rotina começa cedo quando carrega sua melhor amiga, a bicicleta, com diferentes panfletos. Durante o dia percorre desde a primeira rua do balneário Barra do Saí até Itapoá, nas proximidades do Laboratório de Análises Clínicas. “Entrego na maioria dos comércios e também nas casas”, afirma.
Em relação à bicicleta, já está na terceira nova, fora as usadas. As pernas então, nem se fala: disposição que esbanja saúde. “Não quero trocar por moto ou bicicletas motorizadas, assim é melhor de trabalhar”, fala. Ao final das entregas, o dia termina cedo: às 20h30 já está se organizando para dormir.
Quando chove, a entrega de panfleto é feita de mão em mão na galeria ao lado do shopping Brasão. “Mesmo que o dia é mais calmo, me organizo para que todas as pessoas recebam”, afirma. Já na temporada, o trabalho é dobrado. Além da panfletagem, Ivo também trabalha como vendedor ambulante na praia.
E então, neste período aproveita a fama e carinho de muitos turistas. Às vezes caracterizado de Bin Laden, o vendedor chama a atenção de todos. “Ele mais tira foto do que trabalha”, brinca a esposa. Na realidade, este carinho está presente quase que diariamente: “As pessoas sempre me param na rua para conversar, tirar fotos, me conhecer”, conta Ivo. “Não quero mais sair daqui, sou muito querido nesta cidade”.
Com todo esse carisma, já foi até convidado para ser candidato a vereador, mas optou não entrar na política. “Gosto muito de meu trabalho e sou muito feliz nesta cidade”, garante.
Assim, entre os passeios diários, cada quilômetro é uma amizade nova, novos olhares curiosos e até fotos. O objetivo de continuar as pedaladas até a hora em que o corpo aguentar são as mesmas para a barba: “Nunca pensei em cortar, quero ficar sempre assim”, afirma.

Matéria publicada na Revista Giropop – Edição 15 – Março/2013

Hidroginástica, uma atividade completa, satisfatória e relaxante

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A hidroginástica nada mais é do que a ginástica praticada na água, e pode trazer incontáveis benefícios à saúde de seus praticantes, especialmente na capacidade cardiorrespiratória. No município de Itapoá-SC, aulas de hidroginástica são oferecidas pela Fisiopilates, através do time de profissionais Custódio Soares, Thayna Martins e Flavia Gregorini, que explicam um pouco mais sobre esta atividade tão completa, satisfatória e relaxante.

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Juntos, Dona Lourdes e Seu Abel encontraram na hidroginástica
qualidade de vida e melhora na saúde.

Engana-se quem pensa que fazer hidroginástica é só para a terceira idade. De acordo com Thayna, a atividade pode ser uma ótima alternativa para queimar calorias, recuperação de lesões e pós-cirurgias, além de ser um exercício divertido. “Ela geralmente é praticada em grupo, com música agitada e um professor lidera a aula para não deixar ninguém parado e corrigir os exercícios”, conta.
A professora de hidroginástica Flavia explica que, por ser um exercício mais seguro em comparações às modalidades de alto impacto, já que a água atenua o impacto das reações, a hidro (como também é chamada) é muito praticada por pessoas com desvios posturais e dores articulares e na coluna. Ainda de acordo com a professora, a atividade também pode ser feita por adolescentes, adultos e idosos, pessoas com obesidade, indivíduos que possuem alguma patologia e também por grávidas, mas ela ressalta: “sempre sob orientação médica”. Mesmo não sabendo nadar é possível realizar uma boa atividade e obter resultados com os exercícios.
Mas, por que a atividade faz sucesso, sobretudo, entre o público da terceira idade? O professor de hidroginástica Custódio explica: “A hidroginástica na terceira idade é uma ótima opção, pois o corpo passa por inúmeras transformações, como declínio de massa muscular, óssea e queda na capacidade aeróbica. Ela é, sem dúvida, uma boa maneira de ficar longe do sedentarismo, garantir mais disposição, prevenir e retardar o processo de envelhecimento, além de proporcionar bem-estar, diversão e uma vida social mais ativa”.
Na Fisiopilates, grande parte do público da hidroginástica é da terceira idade – cada um com seu histórico de superação. Entre eles, está o casal Maria Proença Pereira, mais conhecida como Dona Lourdes, de 67 anos, e Abel Mendes Pereira, mais conhecido como Seu Abel, de 77 anos, que pratica hidroginástica juntos. Ela iniciou na atividade por indicação médica, já que tinha problemas na coluna e fortes dores no braço, já ele, foi inspirado conforme observava os avanços da esposa, desejando também cessar suas dores no corpo. “Para nós, a hidroginástica foi uma bênção, pois não conseguíamos dormir direto, de tanta dor, hoje, nos sentimos revigorados depois de cada aula”, contam. Outra aluna da hidro na Fisiopilates é Francisca Amorim, mais conhecida como Dona Chica, de 74 anos, que iniciou a atividade há pouco mais de um ano, também por conta de um problema na coluna. Hoje, ela afirma que apresenta melhores resultados em seus exames e sente-se mais disposta.
De acordo com a professora Flavia, normalmente, as aulas de hidroginástica começam com um aquecimento articular e alongamento. Em seguida, vem a parte aeróbica com exercícios de resistência. Já ao final da aula, os alunos retornam a um ritmo mais calmo, realizando exercícios de alongamento e relaxamento.
Além dos demais benefícios citados acima, o professor Custódio ressalta outros bons motivos para se praticar hidroginástica: “além de melhorar a capacidade cardiorrespiratória, ela ativa a circulação, melhora a flexibilidade e amplitude dos movimentos, ajuda na coordenação motora e na resistência muscular”. Mas, fique atento, pois, apesar de benefícios tão claros e animadores, pacientes com osteoporose, miocardite, embolia pulmonar, insuficiência cardíaca, hipertensão arterial grave, diabéticos não controlados e aneurisma precisam de liberação médica para, então, praticarem a atividade.

Aos interessados, a sede de natação e hidroginásticada Fisiopilates
fica localizada na Rua Ana M. Rodrigues de Freitas
(Avenida 790, rua dos Correios), 238, em Itapema do Norte.
Maiores informações:
47 3443.6797 | 47 99940.0614

Doação de cabelo para pacientes com câncer

Os cabelos são a parte do corpo que muitas pessoas mais se dedicam, sempre buscando os melhores produtos, os cortes mais adequados e os tratamentos mais modernos. Toda essa vaidade existe porque os cabelos ajudam a desenhar o formato do rosto e, dependendo do tipo, podem deixar com uma aparência mais leve, mais jovem ou até mais magra. Por todas essas razões, perder os cabelos por causa de doenças autoimunes, de efeitos colaterais no tratamento contra o câncer ou mesmo por acidentes, mexe muito com a autoestima das pessoas.

Além da própria luta contra a doença, que é um processo muito difícil, a perda dos fios afeta o lado psicológico, que também é muito importante e faz a diferença no processo de cura. Por isso, muitas vezes o uso de uma peruca pode fazer a diferença, fazendo com que esses pacientes se sintam mais bonitos e confiantes e, assim, enfrentem melhor o tratamento.

Atitudes pequenas, porém grandes

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Augusta Fehrmann Gern e seu cabelo nos
inspiraram a abordar este tema.

Quem nos inspirou a abordar este tema foi Augusta Fehrmann Gern, de 25 anos. Ela sempre achou bonito o gesto de doar o cabelo para pacientes com câncer, mas aguardou o momento certo para fazer isso. “Eu já estava com vontade de mudar o visual, pois acredito que mudanças são sempre positivas. Mas, assim que me lembrei dessa atitude, pesquisei a respeito e descobri que, para doar, o cabelo deveria ter, no mínimo, 15 centímetros de comprimento”, recorda. Então, ela determinou que deixaria o cabelo crescer e só o cortaria após o dia do seu casamento.
Em abril deste ano, uma semana depois do grande dia, Augusta mediu os fios e viu que estavam no tamanho ideal e, então, foi ao cabeleireiro cortá-los. A atitude é importante, mas ela ressalta que o doador deve sentir-se bem com a escolha: “Eu acho que o cabelo um pouco mais curto é prático e combina com o inverno que está por vir”. Além disso, lembra que cabelo sempre cresce – para alguns mais rápido, para outros mais devagar.
Fios cortados, Augusta levou-os para casa, pois ainda não tinha um local para doar em mente. Através de uma amiga, soube da ONG Cabelaço (www.facebook.com/cabelacors), de Porto Alegre-RS. “Ela me passou a página da ONG e gostei muito do trabalho deles, especialmente por fazerem perucas para pacientes com câncer que são, em sua maioria, crianças”, conta Augusta. Com as informações obtidas na página da Cabelaço, ela enviou suas madeixas de Itapoá para Porto Alegre, pelo correio.
Para ela, é incrível como uma atitude tão simples pode mudar a vida de outra pessoa, já que o cabelo é responsável pela autoestima de muitos, especialmente meninas e mulheres. “E, no fim das contas, cortar os fios não faz tanta diferença, pois daqui a uns meses o cabelo pode estar igual ou até maior e mais forte que antes”, ressalta Augusta. Nas palavras de nossa inspiradora desta matéria, “é importante ter empatia e perceber que pequenas atitudes para nós podem ser grandes para outros”.

 

Gesto que inspira

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Seguindo seu exemplo, Chirley Ribas inspirou outras pessoas a doarem, também.

Há um ano, Chirley Ribas, de 31 anos, também doou seus fios de cabelo. Ela fala que sempre desejou ajudar o próximo, mas que nos últimos anos isso se intensificou, talvez por influência da maternidade. Pela rede social de uma conhecida, Chirley soube da entidade Casa do Adalto (www.facebook.com/casa.adalto), em Joinville-SC, que aceitava doação de cabelo e fabricava perucas para pacientes com câncer. “Achei muito interessante, mas foi vendo as fotos dos semblantes do ‘antes e depois’ de os pacientes ganharem as perucas que tive a certeza de que parte do meu cabelo faria muito mais diferença na cabeça de outra pessoa”, fala.
Ela, que estava há tempos mantendo o cabelo comprido, aliou a vontade de mudar radicalmente à vontade de ajudar. Após o corte, Chirley foi até a entidade entregar a doação em mãos: “Fui muito bem recebida na Casa do Adalto. Saí de lá com uma sensação muito boa”.
Depois disso, Chirley chegou a influenciar outras pessoas a doarem, como, por exemplo, uma amiga que incluiu o “corte para doação” em uma gincana na empresa em que trabalha, juntando e doando mais de quinze mechas para a mesma entidade que Chirley.

 

Mudar faz bem

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Evandro Chagas Ribeiro da Rosa cortou seu cabelo e está à procura de um local para doá-lo.

Homns com cabelos compridos também podem abraçar essa ideia. Evandro Chagas Ribeiro da Rosa, de 19 anos, sempre teve a intenção de doar o cabelo quando o cortasse: “não queria jogá-lo fora sabendo que poderia fazer a diferença para alguém”. O corte foi realizado em abril desse ano, em Itapoá, mas, na semana seguinte iniciou sua semana de provas na universidade e, por isso, Evandro ainda não dedicou tempo para procurar algum hospital, ONG ou entidade para doar a mecha cortada.
Até o presente momento, ele está com o pedaço de seu cabelo guardado, à procura de algum lugar para doar, de preferência em Florianópolis-SC, onde estuda. Para aqueles que desejam fazer o mesmo, ele encoraja: “Doar o cabelo é importante para quem recebe, mas também pode ser legal para quem doa, pois, além de se sentir satisfeito em ajudar o próximo, um novo visual pode simbolizar coisas boas e refrescar a personalidade”.

 

Crianças também doam

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O pequeno João Gabriel Borges da
Costa Ramos está esperando seu cabelo atingir o comprimento mínimo para, então, doá-lo.

Se doar o cabelo para pessoas com câncer já é uma atitude bonita, quando a ideia parte de uma criança é ainda mais especial. O pequeno João Gabriel Borges da Costa Ramos, de apenas 8 anos, teve a ideia quando estava assistindo a um programa de televisão. “O programa contava sobre meninas que tinham câncer e sonhavam com uma festa de 15 anos. O hospital organizou uma festa para elas, que eram fãs do cantor Luan Santana, que é meu ídolo também. Então, o Luan Santana fez uma surpresa e dançou valsa com as meninas que tinham câncer”, conta João, que, a partir daí, se sensibilizou com a causa e tomou a decisão de deixar o cabelo crescer para doar.
A família de João ficou muito orgulhosa com isso, também alertou a ele que o cabelo poderia demorar a crescer, que no verão seria difícil por conta do calor e que alguns amigos poderiam fazer bullying, mas ele se manteve firme. Alguns amigos da escola apoiaram a atitude de João, mas outros chegaram a fazer piadas de mau gosto sobre seu cabelo comprido. “Eu pensei em desistir, mas conversei com minha família e todo mundo me lembrou da importância desse ato”, diz. Até agora, João está esperando os fios chegarem ao comprimento mínimo para, depois, pesquisar um lugar para doar. Em suas palavras, ele conta o que está lhe motivando a ajudar pessoas com câncer: “eu me imagino no lugar delas”.
A pequena Khiara Luna Teixeira Bauer, de 9 anos, também teve essa ideia. Ela conta que a empregada de sua casa tinha uma filha que morreu de câncer e, por isso, se inspirou. Khiara, que tinha o cabelo longo, cortou e doou para o Instituto Atitude na Cabeça (www.facebook.com/atitudenacabecacuritiba), de Curitiba-PR. A pequena aprovou seu novo visual e fala sobre a experiência: “Doar meu cabelo para pessoas com câncer foi bom e legal, e fez bem para o coração e para a alma”.

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O processo de corte dos fios da pequena
Khiara Luna Teixeira Bauer, que também abraçou essa causa.

 

Se pode ajudar, ajude

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As madeixas de Júlia de Freitas e ela conferindo o novo visual.

Júlia de Freitas, de 18 anos, sempre desejou cortar seu cabelo, no entanto, adiava esse dia por falta de coragem; até que caiu a ficha de que o cabelo não faria falta para ela e que alguém faria bom uso dele. O corte aconteceu em abril desse ano, mas Júlia guardou os fios para pesquisar um local de confiança para qual possa doar.
Ela, que também é doadora de sangue, acredita que é desnecessário acumular coisas das quais não precisamos ou não nos farão falta, especialmente quando alguém pode se beneficiar com isso – ou seja, se tem a oportunidade de ajudar o próximo, ajude. E fala: “o cabelo cresce e a sensação de estar fazendo a coisa certa, também”.

 

Vontade de doar de novo

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Naiara Pinheiro doou seu cabelo uma vez e, hoje, depois de ter crescido, pretende fazê-lo de novo.

Outra história inspiradora de doação de cabelo para pessoas com câncer aconteceu há alguns anos e vem de Naiara Pinheiro, de 22 anos. Ela conta que sempre manteve o visual com o cabelo longo, mas cogitava a ideia de cortá-lo. Até que se apaixonou por um perfil no Instagram chamado Cabelegria (@cabelegria), voltado a doações de cabelo, de São Paulo-SP. “Fotos das crianças felizes com as perucas me sensibilizaram e foram decisivas para que eu entrasse nessa, também”, diz.
Naturalmente, Naiara foi ao salão de beleza, em Itapoá, e cortou suas madeixas. Porém, realizou a doação para um local um pouco mais próximo: o Projeto Cabelo Amigo (www.facebook.com/cabeloamigocuritiba), de Curitiba-PR. “Infelizmente, não pude ir até o local para acompanhar o processo de confecção da peruca, mas conversei com a responsável pelo projeto e fiquei satisfeita em ajudar uma causa séria e tão importante”, fala.
Atualmente, Naiara deixou Itapoá e mora na Espanha. Seu cabelo voltou a ficar comprido e ela já está à procura de uma instituição por lá para doar seus fios de cabelo novamente, desta vez, para alguma paciente com câncer espanhola. Para quem admira esta atitude, mas ainda não tomou coragem, ela recomenda que procurem por fotos de crianças e adultos antes e depois do recebimento das perucas. E finaliza: “Não venda o seu cabelo e muito menos o jogue fora, mas faça alguém se sentir verdadeiramente especial com a doação dele”.

Bons motivos

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Visual pós-tesoura de Rhaiza Carvalho Capaverde

Por fim, encerramos nossa série com o depoimento de Rhaiza Carvalho Capaverde, de 25 anos, que cortou seu cabelo com a intenção de doar em novembro do ano passado. “Fiquei apreensiva no momento de cortar, pois meu cabelo nunca esteve tão grande como naquela época, mas criei coragem e, no fim das costas, adorei meu novo visual”, conta.
Rhaiza cortou com seu cunhado, que é cabeleireiro e realizou o corte de maneira com que as mechas fossem aproveitadas, o que resultou em 30 centímetros de fios de cabelo cortados. Até o presente momento, seus fios estão guardados, pois ela deseja realizar a doação pessoalmente e ainda não reservou tempo para isso.
Assim como a pequena Khiara citada anteriormente, Rhaiza pretende doar suas mechas para o Instituto Atitude na Cabeça (www.facebook.com/atitudenacabecacuritiba), de Curitiba-PR.
“Ajudar uma pessoa a recuperar sua autoestima e, assim, obter forças para continuar o tratamento e combater o câncer é um gesto muito bonito”, fala Rhaiza.
Ainda assim, se isso não comover você, ela lhe oferece bons motivos para também se livrar do cabelão: “sentimento de gratidão, liberdade pelo ato de solidariedade, sensação de missão cumprida e, além disso, um novo visual”.

Ana Beatriz Machado