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Porto Itapoá: onde os grandes navios se encontram

Terminal Portuário comemora 9 anos de operações no dia 16 de junho e conceitos como eficiência, produtividade e capacidade para receber grandes navios sempre foram atributos de referência à marca da empresa

Desde sua concepção o Porto Itapoá foi projetado para ser um terminal portuário apto a receber as grandes embarcações que operam em águas brasileiras. Passados 9 anos desde o início de suas operações e, ocupando a terceira posição entre os maiores movimentadores de contêineres do Brasil (ANTAQ, 2019), o Porto Itapoá sempre manteve suas características operacionais dedicadas à operação dos grandes navios.

Em junho de 2011, quando o Porto Itapoá iniciou suas operações, os maiores navios que chegavam ao Brasil eram os Super-Post-Panamax, com aproximadamente 300 metros de comprimento. Essas embarcações, desde então, contemplam Itapoá dentro de suas escalas prioritárias e, ano após ano, as dimensões dos navios com permissão para operarem no País vem sendo acrescidas chegando, em 2019, às embarcações que superam os 330 metros de comprimento e, por aptidão e características proporcionadas pela Baía da Babitonga, somadas a infraestrutura da empresa, o Porto Itapoá continuou a ser um dos portos presentes na programação dos principais armadores e seus big vessels.

Confirmando essa marca conquistada pelo Terminal e, surgindo no horizonte a tendência para que embarcações de até 350 metros entrem em operação no País, a Marinha do Brasil acaba de ratificar a autorização para manobras de navios com essas dimensões para a operação no Porto Itapoá. Navios com dimensões acima de 330 metros já tem sido uma realidade no Porto Itapoá desde 2017 (https://www.youtube.com/watch?v=LuXYRZaziHo).


Fator importante para o sucesso do Terminal nesses poucos anos de operação certamente está relacionado a sua localização estratégica na Baía da Babitonga, considerada um dos grandes ativos portuários do País e um dos estuários que menos demanda investimentos públicos para a manutenção de suas condições de navegabilidade. Como referência, vale destacar que a última dragagem de aprofundamento na baía foi realizada em 2010 e, passados dez anos, foi realizada apenas uma dragagem de manutenção do canal de acesso. Em comparações com outros acessos marítimos aos portos brasileiros, os investimentos públicos são realizados anualmente e, em alguns casos, o uso da embarcação de dragagem precisa atuar diariamente para a manutenção dos parâmetros.

A Baía da Babitonga possui uma profundidade natural que, em algumas áreas do canal passam de 21 metros. Atualmente, está em andamento o projeto de adequação  do canal de acesso, que prevê o aprofundamento de 14 para 16 metros e a atenuação do grau da referida curva, permitindo o acesso à Baía de forma mais ágil e segura.

Complexo Portuário da Baía da Babitonga representa quase 60% das cargas movimentadas em Santa Catarina em tonelagem bruta

Um dado importante sobre a representatividade do Complexo Portuário da Baía da Babitonga, revelado pela publicação anual da ANTAQ em fevereiro deste ano, tratando de embarques e desembarques realizados em 2019, foi o volume movimentado pelos portos em tonelagem, incluindo aqui todas as cargas que passam pelos terminais portuários, como grãos, combustíveis, minério, ferro, fertilizantes, veículos, contêineres e carga geral.

Em Santa Catarina, o Complexo Portuário da Baía da Babitonga, que incluem os terminais portuários de Itapoá e São Francisco do Sul, representaram 59,3% de toda a carga movimentada pelos portos no Estado. Ao todo Santa Catarina movimentou quase 47 milhões de toneladas. Desse montante os portos da Babitonga movimentaram quase 28 milhões de toneladas.

Em relação a cargas conteinerizadas, exclusivamente, a mesma publicação traz o Porto Itapoá na primeira posição entre os portos movimentadores de contêineres do Estado de Santa Catarina no ano de 2019. No Brasil, o Terminal ocupou a terceira posição no último ano.

Segundo os dados da ANTAQ, o incremento em Itapoá foi o maior entre os seis maiores portos brasileiros, de 15,92%, com 735 mil TEUS movimentados em 2019.

Assessoria de Imprensa do Porto Itapoá

Itapoá Saneamento compartilha dicas de economia de água

Com a chegada da temporada de verão e as altas temperaturas, o consumo de água aumenta significativamente. Contudo, é preciso ficar atento para que o uso dos recursos hídricos não se transforme em desperdício.

De acordo com dados do Atlas de Saneamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o consumo per capita de água no Brasil é de 320 litros por dia. No verão, chega a saltar para 450 litros – volume três vezes superior aos 150 litros indicados pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Consumo consciente
Apesar das melhorias operacionais realizadas pela Itapoá Saneamento, com investimentos de mais de R$ 15 milhões que representam um incremento de 35% no volume de água tratada distribuída na cidade, a orientação da concessionária é que os clientes não abusem do recurso.

A água das piscinas, por exemplo, não precisa ser renovada diariamente. De acordo com a gerente operacional da concessionária, Julie Campbell, para limpeza e eliminação dos odores da água das piscinas infláveis, o ideal é usar cloro, que pode ser encontrado em casas especializadas. Outra alternativa, mais simples e prática, é adicionar uma colher de água sanitária a cada mil litros. O procedimento não purifica a água, mas evita a proliferação de bactérias.

Banhos de mangueira ou demorados também são vilões do meio ambiente. Um banho de 15 minutos, por exemplo, consome cerca de 80 litros de água. A recomendação é que o tempo seja reduzido para cinco minutos, o que representa uma economia de 60 litros.

Confira outras dicas úteis para contribuir com a preservação desse importante recurso da natureza:

Não jogue papel higiênico, absorventes, cigarros ou outro tipo de lixo no vaso. O acionamento da descarga consome em média de 6 a 10 litros de água;
Junte bastante roupa suja antes de ligar a máquina ou usar o tanque. Não lave uma peça por vez. Caso use lavadora de roupa, procure utilizá-la cheia e ligá-la no máximo duas vezes por semana;
Se as roupas são lavadas no tanque, deixe de molho e use a mesma água para esfregar e ensaboar. Use água nova apenas no enxague. E você ainda pode aproveitar essa última água para lavar o quintal, a garagem, a calçada ou a própria área de serviço;
No tanque, com a torneira aberta por 15 minutos, o gasto pode chegar a 280 litros. Já a lavadora de roupa com capacidade para cinco quilos consome 135 litros;
Antes de lavar a louça, tire o excesso de sujeira de pratos e panelas com uma toalha de papel ou deixe as panelas mais sujas de molho por um tempo com água e sabão;
Feche a torneira enquanto ensaboa a louça e enxague tudo de uma vez, assim, você economiza até 20 litros de água;
Deixe frutas e verduras em água com um pouco de vinagre por alguns minutos antes de lavar – a economia chega a 10 litros;
Utilize sabão ou detergente biodegradável, que, por se decompor mais facilmente, não polui os rios;
Feche bem a torneira. Torneiras que pingam podem desperdiçar entre 30 e 200 litros de água por dia.

Sobre a Itapoá Saneamento – Por meio de concessão plena com validade de 30 anos, a Itapoá Saneamento assumiu os serviços de tratamento e distribuição de água e esgotamento sanitário no município de Itapoá em outubro de 2012. A concessionária atende a 18 mil pessoas e atua para universalizar o acesso da população aos serviços de saneamento. É controlada pela EBS e, desde 2017, pela Iguá Saneamento, companhia que está presente em 37 municípios brasileiros e que alcança 7,1 milhões de pessoas com o compromisso de ser a melhor empresa de saneamento para o Brasil.